A Inteligência por Trás do Edge e Bing


A nova integração do Bing com o Skype permite que os usuários realizem pesquisas em chamadas em grupo ao adicionar o chatbot à conversa. Além disso, o novo Bing no Skype pode fornecer respostas úteis e em tempo real a todas as suas perguntas. O Bing é ótimo para conversar com amigos e familiares porque pode fornecer informações úteis, jogos divertidos e sugestões. O novo Bing no Skype é seu copiloto alimentado por IA e pode fornecer respostas úteis às suas perguntas. Se você precisa de uma resposta rápida ou algo mais detalhado, o Bing usa os últimos avanços na tecnologia de IA para você. Acrescento que, este parágrafo foi o próprio Bing no Skype quem o criou.

 Já faz uns dias que estou querendo tratar desse assunto aqui, mas, estava esperando as novidades se concretizarem. Enfim o dia chegou, e falaremos sobre a inteligência artificial por trás do navegador  Microsoft Edge e do seu buscador Bing. 

Acontece que em fevereiro a Microsoft anunciou a chegada do novo Microsoft Edge e da nova versão do Bing. De fato, o navegador web que já vinha desde o ano passado recebendo muitas integrações e melhorias, foi "bombado" com inteligência artificial. A recente ação da Microsoft investindo bilhões na OpenAi, startup que fez o ChatGPT, trouxe frutos em vários aplicativos, especialmente nesses focados na web. Até mesmo o Skype que recebeu a integração do Bing, trazendo o buscador para sua interface. E nessa semana finalmente saiu o "Criador de Imagens" do Bing. É tipo um MidJourney, só que da Microsoft e dentro do Bing. Claro que testei tudo e gostei bastante do resultado!


A Microsoft na Guerra dos Dados

O que a Microsoft ganha investindo bilhões em seus aplicativos web, como o navegador Edge? E o que isso tem a ver com marketing? Bom, se você assim como eu, acompanhou a guerra dos navegadores nos anos 90 (conhecida como guerra dos browsers), sabe que esse é um terreno muito lucrativo. Simplesmente por causa dos dados da sua navegação. Sim, isso vale muito dinheiro, especialmente multiplicado por milhões de pessoas. As recentes leis de proteção de dados e acordos em toda parte do mundo são justamente por causa disso. Ou seja, até alguns anos atrás, se você acessasse um blog sobre veículos, em pouco tempo estaria visualizando propaganda sobre venda de carros em suas navegações na web, e-mail e por aí vai. Daí, a empresa que fosse detentora do seu navegador preferido, receberia os seus dados. Estavam fortes nessa briga o Internet Explorer, da Microsoft e o Netscape, que depois lançou o Projeto Mozilla (que conhecemos hoje como Firefox). Por muitos anos a Netscape dominou o mercado, depois a Microsoft chegou à liderança; e em 2008 entrou na briga o Chrome da Google. Apesar de estar sendo extremamente superficial ao falar de browsers, pois existem vários outros não citados, o meu foco é enfatizar essa briga comercial pelos dados e como os usuários podem pular de um navegador para outro no decorrer dos anos.

A mesma lógica aplica-se aos buscadores, como o Bing e o Google. Que além de coletar dados das suas buscas, ainda vendem espaço publicitário. Quanto mais usuários em determinado buscador, maior o interesse dos anunciantes nesses espaços. E para o meu espanto, percebi um aumento de anunciantes no Bing num diagnóstico que fiz para um cliente no início de março. Ou seja, os investimentos da Microsoft já estão trazendo resultados ao Bing. A meu ver ela (Microsoft) ganhou muitos pontos nessa corrida, e a Google ainda não conseguiu dar uma resposta com a sua inteligência artificial "Bard".
Claro que ainda veremos muito mais no decorrer desse ano, que já se mostrou um marco no uso da I.A.. Porém, uma coisa que a história nos mostra é que o mercado pode mudar abruptamente nessa guerra, e há indícios fortes dessa mudança. Caso você seja um gestor de tráfego e nunca tenha anunciado no Bing ainda, sugiro fazer uma pesquisa e teste. A grande verdade é que, o Microsoft Edge com o Bing podem até não ser o seu navegador e buscador preferidos, mas, que eles estão bem melhores do que antes, sem dúvida. Vou além, em minha opinião, melhores que o Chrome e Google, graças à inteligência artificial. Porém, ainda é muito cedo para falar numa virada, especialmente pela Google possuir sua gigante base de dados e capilaridade em todo o mundo.


Claro que cada navegador terá o seu ponto forte e fraco. No caso do Edge, ele tem algumas vantagens bem convincentes. Uma delas é que ele é mais rápido e menos pesado. Quem usa computadores mais antigos devem saber bem que o terror do consumo de memória e desempenho são os navegadores. Especialmente quando várias abas são abertas. Não preciso citar nenhum benchmark específico, faça você mesmo o teste e verá. Outra vantagem, especialmente para os usuários de aplicativos da Microsoft, principalmente do Microsoft 365, é a sua integração. Através da conta Microsoft, pode facilmente gerencia tudo que há nele, inclusive ao ecossistema da empresa. Mas, confesso que a função que mais me agrada nele é o modo leitorO modo de leitor é uma ferramenta que permite que você leia artigos da web sem distrações. Ele remove anúncios, imagens e outros elementos da página para que você possa se concentrar no texto. Além disso, o Edge tem funções de privacidade e segurança reforçadas para usuários no iOS e no Android. O navegador também é compatível com extensões do Chrome e tem customização de perfis. Junte tudo isso à inteligência artificial e, Bing! (desculpe o trocadilho)

Quando você está navegando através do Edge, o Bing já é nativo, o buscador está lá. O Bing tem uma interface limpa e fácil de usar. Você notará a diferença nas respostas de sua busca, com algumas sugestões e opções, como busca com imagens, voz e até o chat (você conversa com o buscador como se ele fosse um assistente). Especialmente a função de chat, muda a abordagem na busca. Por exemplo, ao invés de fazer a busca colocando um termo: "opções para jantar", você pode ser mais intimista: "Preciso fazer um jantar para 6 pessoas que não comem nozes ou frutos do mar. Você pode sugerir um menu de 3 pratos?". Parece algo simples, mas, essa abordagem te faz ganhar muito tempo abrindo os resultados das buscas para encontrar algo que o agrade. E como disse, o Bing tem o "Criador de Imagens". Não é uma busca de imagens, mas, ele irá criar uma imagem nova de acordo com a sua descrição. A ilustração no topo do artigo foi feita lá. Como já falamos sobre o uso da inteligência artificial no marketing em outro post (clique), não preciso entrar nesse mérito por aqui. Mas, para produtores de conteúdo, poder fazer pesquisa, ter sugestões de texto e ainda ilustrar no mesmo lugar, é muito bom. Sem falar que na outra aba já está aberta a página do blog ou rede social onde será inserido o conteúdo.

Comunicando a Gente Se Entende


Precisamos falar do
Skype. Ele faz parte dessa onda de inteligência artificial da Microsoft, mas, não é só isso. Apesar de não pretender contar a história do Skype aqui, esse aplicativo já tem alguns anos no mercado e com melhorias impressionantes. Vou resumir apenas dizendo que se não fosse pelo WhatsApp, provavelmente você o estaria utilizando em seus negócios e até com amigos e familiares. E só vou falar dele aqui, graças à integração com o Bing.

Em março de 2020, o Skype foi usado por 100 milhões de pessoas em um único mês e por 40 milhões de pessoas diariamente. O novo Skype está disponível em todo o mundo e a nova versão saiu primeiro nos dispositivos móveis para depois chegar ao desktop. Como disse, a nossa percepção do Skype talvez não seja tão boa graças à popularização do WhatsApp no Brasil. Mas, no mundo todo o contexto muda, e a Microsoft pontua mais uma vez, tendo em vista que o Meet da Google não cumpriu o que prometeu (não se compara em termos de ligações e integrações, pode ser que mude).

Ao anunciar essa nova tecnologia sendo incorporada no navegador e buscador, a Microsoft não liberou o uso imediato, mas, fez uma espécie de "lista de espera", onde a pessoa deveria se inscrever para usá-lo no lançamento. Nessa época o ChatGPT da OpenAI estava com quedas frequentes no servidor devido ao excessivo acesso à plataforma em todo o mundo. Note que, duas semanas após o anúncio do novo Edge e Bing, turbinados com inteligência artificial, a Microsoft já havia recebido mais de um milhão de registro de 169 países para experimentar sua novidade. E chegou a ter um feedback positivo de mais de 70% dos utilizadores. Daí vieram o preview das versões mobile, e da atualização do Skype, especialmente nos smartphones. Ou seja, a novidade do Skype chegou num momento de hype e boas experiências, o que eleva o seu uso. De fato, ele já foi atualizado para mais de 100 idiomas, e possui mais de 36 milhões de usuários ativos diariamente. Haja servidor!


Portanto, sendo um pouco repetitivo, estamos vivendo um momento histórico no uso da inteligência artificial. E se 2023 é um marco, uma das estrelas dessa história certamente será a Microsoft. Independente de preferências e usos, ao incorporar a inteligência artificial em seu navegador, buscador e comunicador, deu uma importante contribuição na popularização da IA. Os capítulos que se desenrolarão disso, como a concorrência reagirá, como os profissionais de marketing e o mercado tratará a questão, parece só melhorar essa história. E você, já fez seus testes? Conta pra gente!

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Fonte

Criador de Imagens

WhatsApp Traz Melhorias


Quem lida com comunicação e marketing aqui no Brasil, fatalmente deve utilizar o WhatsApp. Aliás, todo mundo usa o W.A., não é verdade? Mas, neste mês o aplicativo trouxe duas novidades que são bem-vindas na área de comunicação e marketing. E antes que pense em comparar o aplicativo com o Telegram, a questão aqui é que você deve pensar no W.A. por causa dos usuários do aplicativo e não pelas funcionalidades, ou seja, a decisão não é técnica e sim estratégica. Caso o seu público já esteja no outro aplicativo, tudo bem. Vamos às novidades!

Gestão de Grupos No WhatsApp

Os grupos são uma ferramenta importante no WhatsApp. A Meta sabe disso e tem investido nessa funcionalidade. Não é por menos que existem várias plataformas pagas que atuam justamente nessa funcionalidade, para ajudar na gestão dos grupos. No ano passado foi incorporado ao aplicativo a função de "Comunidades", que já é foi um avanço na gestão dos grupos. Juntar vários grupos numa comunidade ajudou. Mas, ainda faltava algo para a gestão específica do grupo. Finalmente chegou! Agora os administradores dos grupos tem maiores poderes na gestão e os participantes podem navegar mais tranquilamente. 

O Administrador no Controle


Quando você compartilhava um link de convite para alguém entrar num grupo, essa pessoa que recebia podia divulgar o link e mais pessoas poderiam entrar através do mesmo link. Com isso, você meio que perdia o controle de quem estava entrando no grupo, a não ser que ficasse fiscalizando ali o tempo todo. Agora, foi implementada uma ferramenta que permite ao administrador decidir quem pode participar de um grupo, ou seja, a pessoa não entra automaticamente. Parece básico, mas, faz diferença. Ao compartilhar um link numa comunidade, ou deixar o grupo aberto, o admin tem mais controle da entra dos membros. O futuro participante entra com o link no grupo, mas, fica aguardando a autorização (entrada pendente), num sistema bem prático (veja na imagem). Tá, não é lá a grande sacada em gestão de grupos, mas, já ajuda.

Veja facilmente os grupos em comum


Sabe aquele grupo que você quer mandar o convite para um colega mas não sabe se ele já está no grupo ou não? Agora ao pesquisar o nome de um contato você pode ver se em quais grupos você e ele estão. Dessa forma, você pode saber quais grupos tem em comum com seus contatos. Você não lembra o nome do grupo mas sabe que fulana está nele, pode pesquisar pelo nome dela e verá o(s) grupo(s) em que vocês estão. Para quem é esquecido (como eu) a novidade é muito boa. 

Acredito que essas novas funcionalidades nos grupos apontam para uma tendência no aplicativo. Como disse, desde o ano passado eles tem investido na questão dos grupos e acho que não para por aí. A concorrência e as plataformas de W.A. demonstram que ainda há várias funcionalidades a serem implementadas e que seriam ótimas. Talvez, a chegada do Business Premium traga muito mais funcionalidades nos grupos. Inclusive, a próxima novidade já pode ser um indício que estão trabalhando nisso, a atualização do aplicativo para PC.

WhatsApp na Tela do Computador

Utilizar o WhatsApp no computador é muito útil. Apesar do aplicativo para o PC ou tablets não possuir todas as funcionalidades, o W.A. foi desenvolvido mesmo para smartphones, já ajuda muito. Além de agilizar o atendimento, você não precisa ficar o tempo todo olhando o celular. Ou seja, mais produtividade. E a boa notícia é que chegou uma atualização para o aplicativo no Windows.

Apesar de não haver mudanças na interface, os usuários de PC Windows notarão mais velocidade e estabilidade no aplicativo. Contudo, a grande novidade dessa atualização está nas chamadas de vídeo. Já dá para fazer uma videoconferência com até oito pessoas e chamada de áudio com até 32 pelo aplicativo. Certamente isso agiliza reuniões e assuntos, especialmente quando o grupo tem pessoas trabalhando no PC e outras na rua.  Com a atualização, houve melhorias na sincronização, prévias de links e figurinhas. Isso tudo sem deixar de lado o bordão "criptografia de ponta a ponta" independente do dispositivo. E caso você seja um feliz usuário de Mac, não se preocupe, o aplicativo já está na versão beta.

Por mim, quanto mais melhorias o WhatsApp tiver melhor. Conheço pessoas que dependem desse aplicativo para trabalhar, outras que o app tornou-se o principal canal de comunicação. Tudo indica que veremos em breve novas melhorias no aplicativo, e olha que no ano passado não foram poucas. Aguardemos!

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fonte

Mini Curso Canva - 01


Com mais de 15 bilhões de artes o Canva já se tornou a plataforma de design mais usada do planeta. Esse sucesso se deve em parte à facilidade de uso do aplicativo, onde até um leigo consegue utilizá-lo satisfatoriamente. Observe que eu não disse que se trata do melhor aplicativo, nem do único. Certamente existem muitas outras ferramentas por aí, mais profissionais, mais focadas em determinados usos. Contudo, o Canva traz um conjunto bem completo e certamente auxilia muito tanto profissionais quanto amadores. Incluo nesse grupo, estudantes em geral, professores, profissionais social media, comunicadores, secretárias, palestrantes, políticos, webdesigners, e por vai. Já vi muita gente utilizando o aplicativo a contento. Mas, gosto sempre de lembrar que, na frente da tela do aplicativo é que está o verdadeiro artista. Ou seja, mesmo com toda a ajuda e facilidade do Canva (inclusive em inteligência artificial) ele não substitui a “mão” do profissional. Dito isso, eu sei que com prática e uma ajudinha (tutorial) você poderá fazer bonito com o Canva.

Achei bem interessante, até aprendi bastante, esse mini-curso (com cara de tutorial) da Camila Alberti. Vou replicá-lo abaixo com o vídeo dela ensinando passo a passo. Ela dá aula sobre Canva já tem um tempinho e tem bastante alunos, com resultados incríveis. Deixarei o banner do curso dela também, caso tenha interesse em se aprofundar (vale muito a pena).

 




Primeiro Acesso

Caso já tenha uma conta no Canva, pode pular essa parte.

  1. Acesse o site: https://www.canva.com/pt_br/ .
  2. Clique no botão “registre-se grátis” - você poder se registrar com a sua conta do Google, Facebook ou através de um e-mail. Caso seja com e-mail, você deverá completar os seus dados: seu nome, seu e-mail e sua senha. Preencha o formulário e clique em "comece já a criar".
  3. Chegará em seu e-mail um código para ativar a conta. Na próxima tela que aparece você deve inserir esse código. Clique em "Pronto". Caso não tenha recebido o código no e-mail, clique em "reenviar o código" logo abaixo do botão.
  4. Agora sua conta foi ativada e aparece uma tela onde o Canva pergunta para qual uso você irá usar a plataforma. Escolha um clicando em cima da opção desejada.
  5. Em seguida, o Canva pede para você criar uma equipe. Isso não é necessário, é opcional. Caso queira criar uma, preencha o formulário, e clique em "Criar equipe". Caso contrário, clique em "Mais tarde". Sim, você pode fazer isso depois.
  6. O Canva ainda perguntará se você quer assinar o "Pro" e ganhar 30 dias grátis. Caso deseje, preencha o formulário com os dados de pagamento e o plano escolhido. Caso contrário clique em "Mais tarde".
  7. Abrirá então a tela inicial do Canva.

A Página Inicial do Canva

A página inicial do Canva já apresenta alguns recursos que por vezes são ignorados. Conhecendo melhor a página inicial você pode ganhar tempo e ir direto ao que deseja. Vamos aos elementos dessa parte importante:

  • Menu oculto - clicando nos três tracinhos do canto superior esquerdo da tela abrirá um menu. O menu mostrará:
    • um ícone (círculo) com as iniciais da sua conta e o tipo de conta (equipe, pessoal, grátis ou Pro). Caso sua conta seja grátis, pode aparecer abaixo um botão para fazer upgrade a conta Pro
    • uma casinha - que dá acesso a essa própria página inicial ao clicar nela.
    • Projetos (ícone de pastinhas) - é onde estão os designs recentes que você criou. Aqui você poderá visualizar todas as criações que foram feitas tanto por você como para sua equipe. Nessa página tem filtros para lhe ajudar a encontrar algum projeto específico. Você pode criar pastas para organizar suas artes nesse espaço (clicando em "+ adicionar"). Você ainda pode ver como lista ou grade, clicando no ícone de quadradinhos na lateral direita.
    • Modelos - dá acesso a vários modelos prontos para você se inspirar e usar. No menu abrem subcategorias e na tela ao lado aparecem também os formatos e categorias. O próprio Canva traz algumas sugestões, baseadas no seu histórico, região ou mais populares. Contudo, você pode fazer uma busca pelo tema que preferir.
    • Marca - essa opção aparece com um selo de uma coroa, o que indica que é um conteúdo disponível para a versão Pro da plataforma. Caso tenha adquirido essa versão, aqui você poderá adicionar um verdadeiro manual de identidade de sua marca. Com as cores (monte suas paletas de marca), fontes e logo. E você pode criar seus próprios modelos também que ficarão guardados por lá (tipo, um timbrado, uma vinheta, um modelo para e-mail mkt, e por aí vai).
    • Apps - Essa é uma área onde você pode habilitar alguns aplicativos extras e fazer muito mais com o Canva. Vamos destacar alguns: 
      • Planejador de conteúdo - um calendário editorial onde você pode inclusive programar postagens nas redes sociais. Nele você pode planejar suas artes e jobs. Muito útil!
      • Smartmockups - essa maravilha ajuda muito! Com ele você pode colocar a arte que fez numa estampa de camiseta, caneca, livro, etc. Faça mockups facilmente com ele.
      • Text to Image - A inteligência artificial ao seu serviço neste app. Digite a arte que gostaria, e ele faz para você. 
      • Youtube - caso queira adicionar vídeos do Youtube a algum projeto (como uma apresentação).
      • Enfim, muitos apps úteis que tornarão sua vida mais fácil no Canva.
    • Criar Uma Equipe - um pouco abaixo no menu Apps você verá um ícone que parece um prediozinho. Lá você poderá convidar pessoas para fazer parte de sua equipe e participar dos designs. Ele abrirá aquele pop-up do início quando você desbloqueou a conta.
    • Lixeira - Aqui você pode ver as artes que excluiu.
  • Menu Superior - ao lado do ícone dos três risquinhos no canto superior esquerdo tem outras opções da plataforma. Algumas passam batido, vamos a elas:
    • Canva - ao clicar na logo da plataforma ela te leva para a página inicial. Como se fosse a home mesmo.
    • Destaque - O Canva vai te sugerir alguns designs para fazer (Comece a Criar), ou algumas funcionalidades para você saber mais sobre elas (Saiba Mais). Por exemplo, você sabia que pode editar arquivos pdf gratuitamente diretamente no Canva? Ao clicar na opção "Editor de PDF" no submenu, te leva a uma página explicando como funciona esse editor.
    • Empresarial - Nessa aba o Canva mostrará várias opções para gestão da comunicação da empresa. Tem artigos, ferramentas, designs e recursos.
    • Educação - recursos especiais do Canva para estudantes, professores, escolas e profissionais. Com recursos, artigos e programas exclusivos para a educação.
    • Planos e Preços - mostra as opções de assinatura do Canva. Tem planos especiais para ONGs e para Educação.
    •  Aprenda - Nesse submenu você tem acesso a muito, muito material para aprender sobre design, artes e muito mais. Inclusive com um campo para suporte técnico.
    • Ícone da Tela - para baixar o app, celular ou desktop.
    • Ícone da engrenagem - leva para as configurações de sua conta.
    • Botão "Criar um Design" - abre opções para o formato do design que você quer criar.
    • Círculo com as iniciais - abre opções de sua conta, como indicar um amigo, a política de privacidade, baixar o aplicativo e a ajuda da plataforma.


Ainda na página inicial, no quadro abaixo do menu superior, o Canva traz um campo de busca e sugestões para sua criação. O campo de busca é potencialmente poderoso, pois te levará a sugestões dentro do tema que você está buscando.

Como dizia um amigo meu programador, a melhor forma de aprender de fato um aplicativo é usando ele. Contudo, querida mostrar essa tela inicial, onde muitos usuários passam direto para a criação do design e deixam algumas funções poderosas para trás.
Assistindo ao vídeo da professora Camila Alberti você ainda verá as ferramentas na parte de criação do aplicativo. Mas, isso não é tudo, ainda há muito a ser explorado. Trarei semanalmente novas postagens do mini-curso, inclusive com as outras 3 aulas da Camila Alberti. Por isso, assine a nossa newsletter para receber as novidades. Gostou? Se sim, vai gostar ainda mais do curso completo, se não, o ideal é o curso completo para você aprender muuuuito mais. Clique no banner e confira!


A Gestão de Tráfego Pago


Uma das áreas muito importante do marketing digital é a gestão de tráfego. Gostaria de refletir um pouco sobre essa área, o profissional, as plataformas, os resultados e dicas, enfim. Chegou a hora de conversarmos um pouco sobre esse assunto que hoje é um dos pontos chaves na maioria das estratégias de campanhas e na comunicação efetiva de marcas e produtos. Certamente, ao falarmos deste assunto, seremos confrontados por outros correlacionados como, planejamento, diagnóstico, copywriting, e por aí vai. Ou seja, iniciaremos hoje uma série de postagens, onde pretendo chegar em estratégias e técnicas de tráfego que mais tem funcionado em minha experiência, obviamente passando por dicas e reflexões. Apesar de não ter a pretensão de curso, espero contribuir tanto para quem é iniciante, quanto para gestores de tráfego mais experientes. Fique à vontade para comentar, escrever-me, com opiniões, sugestões e sua experiência.

Entenda pela expressão "tráfego pago" toda forma de anúncios pagos à plataformas na internet, seja Google, Facebook ou outra qualquer, com a intenção de trazer pessoas ao seu site de vendas ou publicação.

Tráfego Pago e o Google Ads

A pandemia trouxe um processo de digitalização forçada no mercado. As empresas foram obrigadas a vir para a internet para poder vender os seus produtos ou serviços. Por incrível que pareça, muitos ainda eram resistentes em investir dinheiro em campanhas online. E para vender produtos e serviços na internet, você precisa de tráfego pago. Assim, de 2019 para cá, podemos dizer que o volume de anúncios aumentou, e com isso, a necessidade de profissionais que compreendam essa ação. Contudo, antes de falar do gestor de tráfego, vamos refletir um pouco sobre isso que acabamos de dizer. Por quê algumas empresas não tinham campanhas de tráfego pago como estratégia comercial antes da pandemia? Os anúncio já funcionavam antes da pandemia?

No ano 2000 o Google lançou o Adwords, sua plataforma de anúncios, o que viria a ser a sua principal fonte de renda. Mesmo com o lançamento do Google Play (loja de aplicativos) em 2012, o Adwords já havia se tornado uma máquina de dinheiro impressionante. Naquele ano, fiquei impressionado com a notícia que o Google havia sido a empresa que mais havia faturado com publicidade no mundo. Foi então que eu percebi que uma mudança tinha ocorrido no meio publicitário, a mídia online estava rendendo mais do que a televisiva, por exemplo. Em 2016, com o lançamento dos anúncios no celular, a empresa deixou Facebook e Microsoft para trás, faturando mais de 21 bilhões de dólares naquele ano (e a publicidade representava cerca de 90% do faturamento do Google). Ou seja, naquela época já haviam milhares de empresas anunciando no Google diariamente. E as empresas só continuavam anunciando porque os anúncios retornavam em lucros. Em 2020 o Google bateria um recorde faturando lucro de US$ 41,2 bilhões, com receitas totais de US$ 182,5 bilhões, conseguindo aumentar essa façanha em para US$ 61,2 bilhões em 2021 (o que chamamos de efeito pandemia)*.



Apesar de no ano passado, 2022, ter havido uma queda no faturamento em relação à 2021 (caiu de US$ 61,2 bilhões para US$ 59 bilhões), podemos dizer que a tendência é o volume de anúncios continuar crescendo. As empresas já perceberam que elas vão precisar cada vez mais investir no ambiente digital. Assim, ter um orçamento separado para anúncios no Google, Meta, e outros, faz parte da gestão da sobrevivência de qualquer negócio hoje em dia. Se não for questão de sobrevivência, pelo menos posso dizer que aquele que não está anunciando, possivelmente está perdendo negócios, "deixando dinheiro na mesa". Mesmo assim, ainda hoje, há empresas e profissionais que não anunciam na internet. Alguns por motivos plausíveis, outros nem tanto. 

Tive um cliente, para o qual fizemos um plano de crescimento dos negócios com estratégias de marketing para aumento do share no interior, que não poderia fazer anúncios pagos, devido a uma política da marca representada. Outro, para qual trabalhamos com estratégias de branding e posicionamento, não podia fazer tráfego pago, pois já não conseguia atender à demanda de clientes. Mas, a maioria de clientes que me deparei que não fizeram anúncios online, foi devido a dificuldades de enxergar um retorno financeiro plausível através desse canal. Ou seja, o comerciante investia a vida toda em panfletagem e acreditava que aquilo que estava dando certo não era pra mudar.

Ainda bem que os números acima mostram o movimento contrário. Com esse volume todo de dinheiro sendo investido pelas empresas, você deve imaginar que não é qualquer um que cuidará dessa área. Por isso, surgiu o gestor de tráfego. Vamos falar um pouco desse profissional a seguir.

O Gestor de Tráfego

Nas agências de publicidade que passei, tínhamos um profissional chamado de "mídia". Ele era o responsável por além de ajudar na estratégia de campanha, cotar e fazer as veiculações dos anúncios publicitários. Assim, ele era a ponte da produção com as rádios, emissoras de tv, jornais, e assim por diante. Além de entender de publicidade, o mídia entendia dos formatos de mídia, programação, campanhas, negociação, e por aí vai. Costumo fazer um paralelo dessa função com a do gestor de tráfego nas agências digitais. Ele é o profissional que irá ajudar na estratégia do anúncio, saber escolher as principais plataformas para anunciar, além de configurar o anúncio, veicular e acompanhar os resultados. O que quero dizer, é que essa não é uma função de apenas operar uma ferramenta de publicação, o gestor de tráfego precisa ter qualificações que vão além da configuração do anúncio.

Pense comigo! Tendo em vista que as plataformas de anúncio, como o Google, geram sua renda a partir dos anúncios, elas tentam deixar o processo de "criar um anúncio" o mais simples e intuitivo possível, para que cada vez mais pessoas possam anunciar, não acha? Na verdade, até ajudam nesse processo. Contudo, apenas montar e veicular o anúncio é apenas uma parte do processo, e nem considero a mais importante. Algumas habilidades o gestor de tráfego precisa desenvolver, e citarei algumas.

A primeira, que pode parecer óbvia, mas é fundamental, justamente é aprender sobre tráfego. Isso implica em entender da jornada do cliente no digital, conceitos de SEO, a importância da página de destino, cookies, pixel, e por aí vai. E a coisa pode complicar um pouco quando você passa a pensar em UX (experiência do usuário), mobile marketing, apps (como WhatsApp) e até ações que envolvem e-mail. Entender como o internauta trafega, como ele chega até o destino que você quer, como e onde ele vê o seu anúncio, os "caminhos" por onde ele irá passar até realizar a ação pretendida. Isso é o tráfego! 

O gestor de tráfego precisa entender também como funciona uma campanha. Aliás, esse é o nome que as plataformas dão aos anúncios seja um ou conjunto deles, "campanha". Uma campanha tem objetivos (metas), período de veiculação, mídia, verba, público, e por aí vai.  Por exemplo, no FacebookAds, o gestor deve entender que cada objetivo de campanha é para um nível de conscientização que o potencial comprador tem. Deve-se usar cada objetivo de campanha, considerando não apenas o que o anunciante quer, mas o estágio em que a pessoa que será impactada pelo anuncio está, isso também se aplica no Google Ads. Dessa forma, se você coloca como objetivo uma conversa direta via messenger ou WhatsApp, está considerando que a pessoa já está com algum interesse e a venda é mais consultiva. O seu anúncio irá utilizar um vídeo, imagem? Como e quando usar cada um desses formatos faz toda diferença na campanha. Caso seja um anúncio de teasing, ou remarketing, os públicos são bem distintos. Algumas campanhas são necessários fazer testes de criativos, para depois ajustar a verba de campanha. E para não se perder, o bom e velho planejamento de campanha é fundamental.

As habilidades não param por aí. Já que falamos da jornada do cliente e nível de conscientização dele, isso também implica em conhecer os funis de vendas. E mesmo que as estratégias de funis estejam num outro departamento, geralmente a nível de diretoria ou gestão da empresa, o gestor de tráfego deve conhecer a respeito para montar a estratégia de campanha. Não adianta gerar o tráfego pago se não tem o funil de venda planejado. Deparei-me com algumas situações onde o anúncio apontava para um público de topo de funil e a empresa queria clientes prontos para comprar (fundo de funil). O erro aqui foi do gestor de tráfego, que sabia tudo sobre a plataforma, mas, quase nada sobre funil de vendas. Ou seja o custo por aquisição (CPA) estava bem além do esperado. 

Como foi dito, entender sobre o cliente é muito importante, e acrescento que é igualmente importante saber se comunicar com ele em cada fase (seja do funil ou da jornada). Estou referindo-me à habilidade de copywriting. Obviamente, por se tratar de uma profissão à parte, o ideal é ter um copywriter focado. Mas, sabemos que nem sempre essa é a realidade da maioria. O gestor de tráfego deve ter um mínimo de conhecimento sobre redação publicitária. Não adianta ter um anúncio muito bem configurado, no sentido técnico, um funil definido, mas, a comunicação errada. Costumo dizer que o anúncio pode da mesma forma atrair ou afugentar o cliente, dependendo da copy. E não trata-se apenas de saber termos de persuasão, isso o ChatGPT faz com maestria. A grande questão é ter clareza na comunicação, fazer ressoar a sua proposta de valor nas dores do cliente, como uma solução plausível e que faça sentido para ele.

Agora já posso falar, o gestor de tráfego deve dominar a ferramenta de publicação. Claro que isso faz diferença! O monitoramento do anúncio é essencial e saber definir as KPIs, como mensurar as métricas, onde modificar para que melhorar determinado dado, isso é fundamental. Por exemplo, teve uma campanha que estava performando bem e de repente começou a cair muito o resultado. Ficamos sem entender, até que pensamos que o problema poderia ser justamente uma limitação do lance por clique. Aumentamos o valor, e a campanha voltou a performar bem. Naquele período a concorrência havia aumentado, e apesar de todas as configurações estarem ok, esse limitador tirava nosso anúncio do páreo. O gestor deve saber exatamente o que cada item da plataforma faz, e como utilizá-lo em benefício próprio. Enfim, tem que dominar mesmo. Seja GoogleAds ou TikTokAds, quanto mais domínio da plataforma, melhor. Isso dará mais segurança ao gestor de tráfego e trará melhores anúncios. Mas, isso também tem a ver com a experiência. 

Recapitulando, o gestor de tráfego precisa conhecer sobre:

  • Tráfego (orgânico e pago);
  • Funcionamento de uma campanha;
  • Funil de vendas;
  • Copywriting;
  • Ferramenta de publicação.

Acabou por aí? Por incrível que pareça, não. Ainda acrescentaria, saber fazer um diagnóstico da concorrência, teste de palavras-chave, segmentação, e por aí vai.

Portanto, o gestor de tráfego deve saber sobre marketing digital. Na verdade, é bem difícil separar as coisas, tanto o gestor de tráfego deve compreender o marketing digital, como quem busca compreender o marketing digital deve entender a gestão de tráfego. Porém, existe uma formação específica e mais aprofundada em gestão de tráfego. Irei abordar em outras postagens algumas dicas e técnicas que uso no tráfego pago. Caso deseje aprender a fundo, clique no banner abaixo. Viva o gestor de tráfego! Sem ele, os bilhões movimentados na internet não seriam os mesmos.



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fonte: INFOMONEY

Inbound Marketing Significado e Atuação


Nos últimos anos, o inbound marketing vem tornando-se uma grande tendência dentre as estratégias de marketing. Sua popularidade gira em torno do fato dele atrair leads que desejam envolver-se com sua marca — um grande benefício que pode gerar clientes fiéis à marca a longo prazo e uma experiência positiva. A grande chave aqui é a palavra "atrair".

Pra quê Atrair?

Você pode pensar em uma estratégia de marketing como tendo duas trilhas principais: comunicação passiva (entrada, vitrine) e comunicação ativa (saída, prospecção). Apesar de não gostar muito do termo "passiva" por dar a ideia de algo estático, na verdade, na primeira trilha a empresa é vista ao produzir o seu conteúdo naturalmente, ela busca "colocar à mostra" a sua proposta de valor, e quem gostar e se interessar vem até ela. Já a segunda trilha é meio que a ideia de "interromper" o que o interlocutor está fazendo e chamá-lo a uma ação, de compra ou visita, o que geralmente é feito com um anúncio. A primeira trilha é o inbound marketing, e a segunda o outbound. O marketing de saída (outbound) é realmente focado em buscar clientes e chamar sua atenção, já o inbound marketing tem tudo a ver com ganhar visibilidade para que os clientes em potencial cheguem até você no tempo próprio deles. Requer uma pequena mudança no pensamento sobre como os clientes encontram a sua marca, e os motiva.

No final das contas, usamos muitas das mesmas ferramentas de marketing para inbound e outbound, pois ambos fazem parte da comunicação. Porém, no inbound o foco está na criação de conteúdo útil e envolvente para que as pessoas possam encontrá-lo. Por exemplo, vamos supor que você tenha uma confeitaria, ao invés de fazer um anúncio divulgando o bolo para casamento, você faça um vídeos sobre os tipos de bolos para casamento, os sabores mais pedidos, dicas para o momento do bolo, e assim por diante. Nesse caso, há uma grande probabilidade de você atrair noivos que estão buscando informações sobre o bolo, e daí pode surgir não apenas um cliente, como um fã. Essa é a diferença entre divulgar sua mensagem e atrair as pessoas com algo de valor. 

Outro benefício da abordagem de inbound é que as pessoas não se sentem "vendidas", como se fosse apenas um objeto comercial. A sensação da audiência é a de estar "no controle", e de fato estão. Hoje em dia, as pessoas veem tantos anúncios em suas vidas diárias que rapidamente ficam cegas para qualquer coisa que pareça “vendas-y.” Isso foi justamente o que aconteceu durante a onda outbound que começou na pré-pandemia e se estendeu. Milhares de empresas anunciando seus produtos, gerando uma enxurrada de anúncios, o que acabou saturando os clientes e elevando os valores das campanhas (ficou mais caro anunciar devido à concorrência). O inbound marketing pode contornar essa barreira, atraindo o público até a sua marca por conta própria. 

Em terceiro lugar, outra vantagem dessa estratégia é a quantidade de informações que você pode coletar sobre seus clientes, que podem ser usados para criar comunicações mais personalizadas. Usando uma ferramenta de relacionamento com o cliente (CRM ou algo do tipo), você pode agrupar dados e direcionar com  mais precisão um conteúdo que realmente importa para sua audiência. 

Ainda há o benefício da automação que pode ser utilizado no inbound marketing. A automação de  e-mail marketing, por exemplo, ajuda a  aumentar a eficiência e mantém os clientes engajados. Ao automatizar o processo, você liberará recursos que podem ser dedicados a outras iniciativas de marketing. Quando consistente, as comunicações automatizadas ajudam a manter o interesse de potenciais compradores. 

Em suma, dentre os benefícios do inbound marketing destacamos: atrair, informar, engajar e reter seus clientes. Em vez de forçar a sua mensagem para eles, você está deixando que eles se aproximem você quando estiverem interessados.

Como o Inbound Marketing Funciona

Uma estratégia de inbound marketing bem-sucedida começa com desenvolvendo suas  personas de comprador individuais. ao fazer pesquisa de clientes, exercícios de  mapeamento de jornada visam identificar onde essas diferentes personas estão no processo de compra e usar esses “pontos de contato” para se comunicar de forma eficaz a mensagem  apropriada.

 Normalmente, a jornada do comprador pode ser dividida em três etapas principais:

  •  Estágio de atração (topo do funil)
  •  Estágio de engajamento
  •  Fase de deleite

No estágio de atração, os clientes estão apenas procurando conteúdo informativo e envolvente que responda suas perguntas. Assim que souberem o suficiente sobre possíveis soluções para seus  problemas, eles começam considerando os prós e contras entre diferentes provedores. 

Na fase de engajamento, as conversas começam a acontecer e você pode ser um pouco mais claro e um pouco mais ousado com suas soluções de vendas. O objetivo aqui é capitalizar o experiências positivas que o cliente já teve com sua marca e solidificá-lo como comprador. 

E o terceiro estágio, o estágio do deleite, trata de manter as pessoas dentro do seu "universo" e, em  seguida, continuando a encantá-los com conteúdo valioso e útil e soluções para ajudar a mantê-los como clientes ativos. Como todos sabemos, é muito mais caro adquirir novos clientes do que reter seus existentes, então esta é outra área onde o inbound marketing se destaca. 

Conhecendo melhor o seu público-alvo (persona?) e a jornada dele até você, seu próximo passo é criar  conteúdos relevantes e valiosos nas várias etapas dessa jornada, ajudando-o a passar para a próxima fase. A automação de marketing ajuda a manter seus compradores em movimento nessa jornada. Entenda que não se trata de uma trilha linear, mas cíclica, onde os clientes continuam voltando por causa de seus resultados positivos e experiências de engajamento com sua marca. Depois que os caminhos de inbound marketing são configurados, as campanhas podem manter seu público dentro desse ciclo de vida sempre que precisarem de seu produto ou serviço. 

Como Implementar o Inbound Marketing?

O Marketing é o componente de ativação de uma estratégia de marca. Ou seja, a gestão de um negócio envolve estratégias para que a marca esteja bem posicionada e ativa no mercado, e quem faz essa parte é o marketing. Dessa forma, é importante pensar no inbound marketing como apenas uma parte do quadro maior de marketing. Assim, o inbound necessitará de elementos importantes que aparecem nos diagnósticos de marketing, como características do mercado, público e próprias da marca.

Então, como qualquer gestor de marca ou de marketing, você precisa conhecer o seu público. Especialmente saber as suas "dores", o que ele busca solucionar. Mas subindo um nível, você também precisa conhecer a marca. Aqui precisa ter claro em sua mente qual o valor tem a oferecer, que problema consegue resolver. Estou falando da proposta única de valor, que é um extrato de uma reflexão do seu contexto de marketing e diagnósticos. Sabendo isso, você estará equipado com um arsenal poderoso para sua comunicação e já poderá iniciar sua estratégia de inbound marketing.

Antes, porém, de começar a construir uma estratégia de inbound marketing, você deve identificar seus
objetivos comerciais e de marketing. Depois de obter essas informações, você deve considerar a jornada do cliente (abordada anteriormente em neste artigo), para que você possa identificar os pontos de contato de cada etapa. O próximo passo é construir o plano de conteúdo. Pense no que seu público quer ver, ler, ouvir e interagir. (Caso deseje algumas ideias sobre o conteúdo pode clicar neste link  e nesse aqui também, e veja artigos específicos.) Obviamente você deve levar em conta o seu nicho e produtos no planejamento desse conteúdo, ou seja, escolher temas pertinentes, coisas que você faça ou produtos com que trabalha, e características (necessidades) do seu público. Escolha os canais (mídias) em que atuará, e afunile o plano para cada um desses pontos de contato. Dependendo do canal você conseguirá ajustar o conteúdo com a jornada. Por exemplo:

  • Post sobre "tipos de bolo de casamento" em um Blog ou Landingpage de distribuição de um e-book sobre o tema - estágio de atração;
  • E-mail marketing para inscritos na newsletter / cadastro informando outras matérias ou produtos - estágio de engajamento;
  • Venda de um bolo - deleite.

Lembrando que essas etapas se repetem num ciclo, só que o tema da postagem muda de acordo com o plano. Outros e-mails podem ser inseridos também, um de agradecimento, um informando descontos. O mesmo pode acontecer para um canal do Youtube, utilizando o WhatsApp ao invés de e-mail, atuando nas redes sociais (posts), e fazendo assim uma estratégia multicanal de atração. E sempre é bom lembrar, o conteúdo deve ser de qualidade, senão o efeito ao invés de atrair é afastar. 


Portanto, as pessoas tem usado cada vez mais o inbound marketing especialmente por ele trazer resultados mais consistentes a médio prazo e custos menores. Ou seja, sai mais barato você "ser encontrado" por quem já está procurando por aquele assunto do que "sair em busca" de um possível interessado. Como consultor tenho ajudado algumas empresas a implementarem estratégias de inbound. Algumas ferramentas são muito úteis nesse processo, deixarei abaixo um banner da E-Goi que é muito competente e completa no que faz. Caso precise de ajuda com a E-Goi pode me escrever que terei alegria em ajudar. O inbound está ligado ao marketing de conteúdo. Tenho também um material que poderá ser muito útil e trata do assunto. Clique aqui para baixar.

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A Importância dos KPIs e Métricas


 

"Um dado é necessariamente uma entidade matemática e, desta forma, puramente sintática. [...] Um dado é puramente objetivo não depende do seu usuário. Informação: é uma abstração informal, que representa algo significativo para alguém através de textos, imagens, sons ou animação. [...] A informação é objetiva-subjetiva no sentido que é descrita de uma forma objetiva, mas seu significado é subjetivo, dependente do usuário." (Setzer, 1999)

Sempre que penso na questão dos KPIs e das Métricas lembro-me da diferenciação entre dado e informação da época da faculdade de Gestão da Informação. Como são parecidos, acabam gerando confusão, mas, ao diferenciá-los, podemos tirar melhor proveito deles. Vira e mexe, por vezes, percebo algum desalinhamento, tanto por parte de leigos quanto por profissionais, ao se referirem às métricas e KPIs. Como veremos nesse artigo, ao trazer clareza sobre esse tema, podemos buscar melhores performances.

Saber a diferença entre KPI e métricas é muito importante para análises e gestão de projetos e negócios online. Estamos falando de e-commerce, blogs, sites, mídias sociais, ou qualquer outra área do marketing digital que envolva público, usuários, audiência e por aí vai. Em algumas áreas do marketing onde não é possível termos métricas exatas e automáticas, devemos nos valer de dados estatísticos e pesquisas. Dessa forma, esse tema abrange praticamente quase tudo no marketing, pois, como costumo dizer, no marketing não existe "achômetro", apenas os dados importam.

Qual a Diferença entre KPI e Métrica

Podemos entender como "métrica" todos os dados fornecidos pelas plataformas, aplicativos ou outros meios, sobre o comportamento ou ações realizadas pelos usuários, audiência ou visitantes, ao seu ambiente (negócio, site ou rede social). As KPIs (sigla para Key Performance Indicators) são indicadores que apontam para uma determinada performance das métricas. Conforme a professora Sandra Turchi (ESPM), "Métricas: mensuram, monitoram e gerem as estratégias de uma empresa. Apontam informações sobre estratégias e se devem ser continuadas, aperfeiçoadas ou abandonadas. KPIs: Indicam o desempenho das campanhas com base nas métricas. Apontam de forma percentual ou numérica o resultado de uma ação e avaliam o desempenho da organização." 

Dessa forma, podemos dizer que um é a base do outro. Ou, que as KPIs são quando você atribui algum significado a determinada métrica. Em termos práticos:

  • Métricas: Visitas ao site; visualizações do anúncio; número de seguidores;
  • KPIs: Número de inscritos na newsletter; adições ao carrinho de vendas; cliques no botão saiba mais.
Podemos perceber que as métricas são encontradas no Google Analytics ou Ads, Insights das redes sociais ou outras fontes que fornecem tais dados. Ao passo que os indicadores de KPI estão relacionados a metas ou objetivos realizados.

Monitoramento de Campanhas

Os KPIs começam a tornar-se especialmente importantes no monitoramento e análises de campanhas, como por exemplo do Google Ads. Assim, tudo começa quando estamos elaborando o planejamento da campanha. Naquele momento, precisamos definir as metas, os objetivos de determinada campanha. Sem um objetivo claro, não tem como mensurarmos a performance da campanha, se ela está dando certo ou não. E sem ter essa informação, não tem como sabermos o que deve ser alterado. Percebe como tudo fica meio nebuloso pelo erro lá no planejamento da campanha? Então, não adianta o gestor de tráfego ser um exímio "fazedor de anúncio", com copys maravilhosas, se no final não tem como saber se está dando certo.

Por exemplo, vamos supor que a campanha é de vendas de um produto, que traz de lucro por venda R$ 50,00. Já vi gestores de tráfego defenderem a qualidade do anúncio pela quantidade de cliques que ele teve. Mas, se a meta for "vendas", a quantidade de cliques no anúncio é apenas uma métrica, o grande KPI deveria ser a quantidade de carrinhos criados ou vendas realizadas. Ou seja, não importa se o anúncio gerou milhares de cliques, ou visualizações ou como está o CTR, o que faz a diferença é a meta definida. Essa meta é a grande "chave" para o monitoramento e análise da qualidade da campanha.

Indo um pouco além no exemplo acima, vamos colocar outra KPI. Já que o produto anunciado gera um lucro de cinquenta reais por venda, um importante indicador para monitorar é a venda de um produto num valor inferior àquele. Ou seja, o custo por aquisição (CPA) deve ser inferior aos R$50,00, caso contrário, a campanha estará dando prejuízo. Note que agora não é apenas o fato de vender, mas, vender a um custo inferior ao lucro do produto. Nesse ponto, configurar o Tag Manager do Google corretamente irá ajudar.

Quais as KPIs mais importantes? Isso depende das metas e objetivos da campanha. Dessa forma, dependendo da importância que você atribui a determinada métrica, ela pode se tornar um próprio KPI. Por exemplo, suponhamos que o seu objetivo seja atingir 50 mil visitas ao seu blog. Ao realizar uma campanha, deve ficar de olho no Analytics na quantidade de visitas. Se forem 50 mil visitas a um custo máximo de mil reais, deve configurar a meta no Ads e ficar de olho no CPA abaixo de cinquenta reais. Mas, se deseja que os visitantes tenham um tempo mínimo de visita, já é outro KPI, se deseja que os visitantes façam alguma ação em seu blog (como clicar em um banner ou inscrever-se na newsletter), o objeto de análise muda de novo. Compreende que a importância que você dá a determinada métrica é que faz o KPI surgir? Uma campanha bem planejada deve conter objetivos claros, público bem definido e verba ajustada, daí você pode começar a pensar nas estratégias da campanha.

Sites e Redes Sociais

A mesma lógica para as campanhas vale para os sites e redes sociais em geral, um bom planejamento ajuda a definir a principal KPI para monitoramento. No caso de websites, se você tem um objetivo com ele, fica mais fácil mensurar e analisar. Talvez, os objetivos mudem de acordo com as seções do seu site. Nesse caso, tenha KPIs diferentes para cada uma delas. Ou seja, em determinada página do seu site, é importante saber o tempo de permanência, em outra, onde o visitante clica. 

Certa vez, trabalhei com um cliente que dava extrema importância ao número de seguidores de seu perfil comercial no Instagram. Ao fazer uma análise, percebi o baixíssimo engajamento que o perfil tinha. Tentei conversar e convencer de algumas estratégias para gerar engajamento e assim fazer vendas. Contudo, após um tempo, percebi que eu estava em busca do objetivo errado. Na verdade, aquele cliente tinha a conta do Instagram como uma forma de alimentar o ego e se mostrar aos amigos e concorrentes. Ou seja, para ele, o mais importante era o número de seguidores. Assim, em eventos e feiras do ramo, ele podia abrir o Instagram da empresa e soltar a frase "olha quantos seguidores" e sorrir satisfatoriamente. Pouco se importava com as vendas pela rede ou conexões reais com os clientes por lá, pois, ele já fazia isso com maestria na loja física. Veja que nem sempre o objetivo está claro, pois, para mim seria óbvio que o maior objetivo era vender (ele até concordou com isso), mas, no fundo, não era. O KPI depende do seu foco com sua rede social. Contudo, na maioria das vezes o número de seguidores é apenas uma métrica.

Portanto, um dado sem um significado atribuído a ele não chega a ser uma informação. Mas, com uma importância atribuída, pode ser um fator importante para tomada de decisões. As métricas são importantes, mas, sem atribuir objetivos, não chegam a fazer diferença no seu negócio ou estratégias de marketing. Agora, quando definimos com clareza as metas, e sabemos onde precisamos chegar, daí conseguimos definir KPIs que serão verdadeiros faróis iluminando e apontando o rumo. E você, como tem usado os KPIs?

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O Ecommerce no Brasil em 2023


Esses dias, numa reunião de briefing para consultoria, quando questionei a motivação pelo nicho escolhido, o empreendedor me perguntou: "qual o nicho que está dando mais dinheiro na internet?". Bom, como o achismo é algo abominado no marketing, logo pensei nos relatórios anuais para ver se os prognósticos se confirmaram. Então, respondi que ainda não sabia ao certo, mas, iria verificar. E foi assim que busquei o relatório da Nuvemshop, uma das maiores plataformas de e-commerce atuais. Quero compartilhar alguns dados que julgo importantes e deixar um viés de minha opinião sobre o comércio digital.

Um Ano Complicado

Conforme o relatório o ano de 2022 definitivamente não foi para amadores no e-commerce brasileiro. Acompanhando clientes na consultoria pude perceber isso na prática, e os números só reforçam essas impressões. A onda gigantesca de 2020 no e-commerce "amadureceu", e o crescimento desacelerou com campanhas cada vez com um CPA mais apertado. Como bem diz o relatório, "os indícios de uma recessão global, a incerteza política e o poder de compra limitado dos consumidores tiveram impactos indesejados no e-commerce". No geral, houve uma queda de 23% no faturamento bruto do e-commerce no Brasil em relação a 2021. Esta queda foi vista no mundo inteiro, visto que, globalmente, o e-commerce teve a menor taxa de crescimento desde 2011. A minha percepção é que algumas áreas acabaram sofrendo um pouco mais, e as mudanças no comportamento das pessoas foi um fator determinante.

"Apesar da retração geral do mercado, em 2022, os lojistas que utilizam a Nuvemshop no Brasil atingiram 10,9 milhões de pedidos e movimentaram R$ 2,7 bilhões — um crescimento de 17% em vendas em relação ao ano anterior". Claro que esse crescimento no volume de vendas não traduz o resultado no caixa dos lojistas individuais. O que quero dizer é que, por se tratar do volume total das lojas da Nuvemshop, temos que levar em consideração o aumento no número de lojas, ou seja, novos lojistas que investiram no ano passado e que não contabilizaram 2021. E foi muita gente! Conforme o portal do governo foram mais de 3,8 milhões de empresas abertas no ano passado. Mas, essa é justamente uma das questões interessantes do ano passado, o número de players aumentou, a clientela ficou mais exigente, anúncios ficaram mais concorridos, alguns lucraram, outros nem tanto, muitos fecharam as portas (1,7 milhões). No geral, conforme o relatório produzido pela Nielsen|Ebit, o Brasil cresceu 2% no comércio online em 2022.

No mínimo, podemos dizer que foi um ano complicado. A considerada "retomada" da pandemia, onde muitos julgavam ser uma "corrida do ouro", mostrou-se bem conturbada. O desafio da última black friday mostrou isso a todos. Uma das coisas que ficou bem clara é que o mercado está se especializando e os consumidores mais amadurecidos. Nesse ponto, a consultoria de alguém que conhece o trajeto do e-commerce é muito bem-vinda.  

Nichos Que Mais Vendem Na Internet

Antes de soltar uma lista aqui e você sair correndo para montar sua loja quero diferenciar uma coisa, um nicho em alta não significa que você vai se dar bem nele. O volume de vendas, ou buscas, é apenas um dos fatores a serem levados em conta na escolha de um nicho. Por exemplo, uma pessoa pode escolher o nicho de "roupas e acessórios", o que ela encontrará nesse mercado? Concorrência com grandes players, muitos lojistas híbridos (loja física e online) e até mesmo concorrência com produtos estrangeiros (chineses inclusive). Devido a grande concorrência, será que essa pessoa deve desistir desse nicho? Isso já depende de outros fatores do negócio, do empreendedor em si e até de características que podem envolver subnichos. Mas, esse é um assunto para outra matéria (me escreva caso tenha dúvidas). Agora vamos à lista dos nichos que mais venderam na internet no ano passado.


A pesquisa feita entre os lojistas da Nuvemshop (na imagem) reflete bem o mercado online em geral. Talvez o nicho que você sinta falta na lista da Nuvemshop é o de Pets, que apesar da explosão de crescimento em 2021 (alta de 27%) teve um desempenho bem menor em 2022 (16%), contudo com crescimento também. A ausência específica desse nicho na lista pode ser pelo número reduzido de lojas desse nicho instaladas na Nuvemshop. Outro nicho é o de alimentação, que geralmente estão instalados em outras plataformas como iFood e UberEats.

Segundo a análise Nielsen|Ebit no Brasil, o ranking  ficaria assim:

  1. Perfumaria e Cosméticos - com crescimento de 21,2%. O setor se distanciou em quase 5 pontos percentuais do segundo colocado; 
  2. Pet Shop - com crescimento de 16,3%; 
  3. Eletrônicos - com crescimento de 10,5%; 
  4. Casa e Decoração - com crescimento de 9,6%;
  5. Alimentos e Bebidas - com um crescimento estrondoso de 71,7%, em relação a 2021.
Essas duas listas (Nuvemshop e Nielsen) mostram algo importante, o e-commerce brasileiro está crescendo e amadurecendo cada vez mais. Nichos que antes não ocupavam a lista ganham força e mostram o potencial desse mercado.

Como Estamos Em 2023

Este ano começou borbulhando a inteligência artificial e tecnologias novas apontando no horizonte. Certamente isso impactará positivamente o e-commerce. Ainda olhando para o relatório da Nuvemshop, notamos a importância dos aplicativos de comunicação nos negócios. "Além da loja virtual, lojistas contaram principalmente com o WhatsApp e Instagram como canais alternativos de venda. Apenas 11% venderam apenas com a loja virtual própria". Isso aponta para um caminho já falado, o social commerce. Não se trata apenas de vendas pelas redes sociais, essa é uma tendência onde o cliente faz a compra utilizando mais de um canal de atendimento, e o fator relacionamento conta cada vez mais.

Acima falei que o consumidor online está mais maduro, sim, e mais exigente. Conforme o relatório mundial CX Trends 2023, apresentado pela Zendesk, revela que os latino-americanos são os consumidores mais exigentes do planeta. Por isso o cargo de gestão de Custumer Experience (CX) tem entrado nos organogramas empresariais. Isso impacta diretamente o mercado de MARTECH, onde soluções e automações são muito bem-vindas. 

Ainda neste ano, provavelmente veremos o surgimento e crescimento de "novos pontos de compra", como metaverso, WhatsApp, e via comando de voz pelo Google e outras I.A. (voice commerce). Além da personalização da experiência de compra por cliente (já é possível). Ou seja, apesar das novas tecnologias, o bom e velho relacionamento e facilitação da compra. Tudo isso impulsionado pela rede 5G. Tendo em vista que a geração Z passa 58% do seu tempo livre jogando videogames, usando aplicativos de streaming e navegando nas redes sociais, esse tipo de comércio será bem natural para eles.

Todo esse ecossistema digital envolvendo o e-commerce trará um crescimento. Estima-se para 2023  um volume de R$ 185,7 bilhões (contra 150bi em 2021 e 169bi em 2022), segundo dados da ABComm Forecast (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) . Ainda segundo a pesquisa, o ticket médio pode subir para R$ 470 por compra. Ou seja, continuar crescendo com os pés no chão.

Quer montar a sua loja online? Está montando uma? Recomendo a Nuvemshop como plataforma de vendas. Aliás, somos parceiros especialistas Nuvemshop. Caso precise de uma consultoria para começar do jeito certo, ou queira uma avaliação da sua loja, é só entrar em contato.


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Fontes: 



Facebook Investindo em Criadores de Conteúdo


Temos visto o Facebook trazer incentivos aos criadores de conteúdo desde 2021, quando lançou a ferramenta profissional. No ano passado a rede social lançou a possibilidade de monetização e outras atualizações continuaram a chegar. Na semana passada, no "Dia da segurança da Internet" (7 de fevereiro) anunciou mais uma novidade, a moderação de comentários.

Essa ferramenta de "Modo Profissional" oferece aos criadores de conteúdo a capacidade de criar uma presença pública e obter acesso a ferramentas profissionais que antes estavam disponíveis apenas para fanpages (páginas de empresas), usando o mesmo perfil que já possuem no Facebook. O próprio Facebook disse que vê o modo profissional como uma forma do produtor de conteúdo “conquistar seguidores públicos, ganhar dinheiro com vários programas de monetização e se conectar com seu público de maneiras mais significativas”. Faz tempo que você não vai lá no Face? Ele não morreu não.

Monetizando no Facebook

Criadores de conteúdo podem configurar o perfil e ter acesso a recursos de monetização e ferramentas de análise, como o programa de bônus Reels Play do Facebook, que permite que você ganhe dinheiro com os Reels compartilhados (melhor que o TikTok). O modo Profissional também oferece aos criadores qualificados acesso ao "Stars", que permite ganhar dinheiro diretamente de seguidores em Reels, ao vivo e vídeo sob demanda.

No caso de vídeos mais longos, foi anunciado a possibilidade de habilitar espaços de anúncios pagos antes, durante e depois. A empresa também está testando anúncios no Facebook Reels no modo profissional com um grupo seleto de criadores em todo o mundo. A empresa diz que o formato de anúncio se integra aos Reels colocando anúncios nos Reels ou entre os Reels em loop. Ou seja, o criador de conteúdo ganha e o Face também. E ainda está implementando a possibilidade do criador de conteúdo habilitar assinaturas, dando a opção de compartilhar conteúdos exclusivos para assinantes.

Moderação Sempre

Obviamente a ideia de oferecer vantagens ao produtor de conteúdo é para manter o público ativo. E com interação e engajamento, comentários surgem nas postagens. Então, o Facebook introduziu mais uma ferramenta para controle e moderação de comentários. O Gerenciador de Comentários facilita a evitar os haters e responder comentários mais importantes. Em seu perfil, clique na opção "painel profissional" e nas ferramentas você encontrará o "gerenciador de comentários". Ele possui um sistema de busca que pode incluir emojis, nomes e datas dos comentadores, e realizar ações em massa, como curtir ou ocultar.


O novo gerenciador de comentários também oferece estatísticas e automação. Com ele é possível pré-definir critérios para moderação dos comentários, como ocultar comentários com linguagem ofensiva. Assim, o criador de conteúdo pode ver no final do mês quantos comentários foram ocultados, quantos foram curtidos e por aí vai.

O  líder dos programas de segurança para criadores do Facebook chegou a dizer em um comunicado: “Recentemente, expandimos o Moderation Assist e introduzimos um Creator Support Hub no ano passado. As atualizações de hoje permitem que os criadores pesquisem comentários com muito mais facilidade – por palavra-chave, data, emoji e muito mais – e realizem ações em massa em relação a eles, como gostar ou ocultá-los. Nosso objetivo com essas ferramentas é dar aos criadores de conteúdo tempo para fazer o que fazem de melhor – criar conteúdo e construir sua comunidade.” E disse ainda, “Criar ferramentas que ajudem a manter os criadores e suas comunidades seguras é fundamental para os esforços dos criadores de conteúdo do Facebook, e continuaremos a investir nisso”. 

No ano passado, a empresa expandiu o acesso ao suporte de agente de bate-papo ao vivo para criadores qualificados e lançou recursos de moderação no modo profissional. A Meta diz que está focada em fornecer aos criadores mais ferramentas e controles de moderação de comentários. Ou seja, ainda veremos outras novidades em breve.

Certamente essa preocupação traz algumas sinalizações em termos de estratégias de marketing para os profissionais. Uma delas é estar atento aos influenciadores do Facebook, que agora podem divulgar marcas com melhores opções de monetização. Eles podem ser aliados na divulgação de marcas e produtos. A outra é que não podemos ignorar o Facebook em uma estratégia séria de marketing digital. Além de ser a rede social com a maior base de inscritos, os constantes investimentos e apoio da Meta à plataforma sinaliza força e longevidade da rede social. Contudo, o principal é que enquanto houverem criadores de conteúdo ativos na rede, haverá audiência. E para marcas e prestadores de serviço, estar bem posicionado nessa rede é bem importante.

O outro lado, como criação de conteúdo, também é beneficiado com estratégias no Facebook. Talvez, ter o seu conteúdo por lá possa trazer bons resultados no final do mês. Devido a algumas características próprias, uma estratégia específica para o Facebook pode potencializar os ganhos.

E a sua estratégia com o Face como está? Vamos fazer um check list para deixar tudo certo no seu perfil por lá? Clique no banner abaixo, tem um dica muito boa!



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Fonte

Canva Sem Segredo - Liberte o Designer em Você


Uma das plataformas mais usadas ultimamente na área da comunicação sem dúvidas é o Canva. Atualmente ele está atingindo a impressionante marca de 15 bilhões de designs. Isso mesmo! Já foram feitas quase 15 bilhões de artes através dessa plataforma. E como isso aconteceu? Acredito que o sucesso dele está em facilitar a criação desses designs a um público leigo. Vamos falar sobre o Canva e tenho uma super indicação de curso ao final.

O Canva é uma plataforma de design gráfico que permite que qualquer pessoa crie designs profissionais de forma fácil e rápida. Ele oferece uma ampla variedade de modelos e recursos para criar designs para uma variedade de usos, incluindo: cartões de visita, logotipos, apresentações, convites, posts para mídias sociais, vídeos, entre outros.

Ele também possui uma biblioteca vasta de imagens, ícones, fontes e elementos gráficos que você pode usar em seus projetos, além de ser possível fazer upload de suas próprias imagens e arquivos. A interface é intuitiva e fácil de usar, e você pode trabalhar em equipe e compartilhar designs com outras pessoas em tempo real. Além disso, o Canva oferece uma versão gratuita que é muito útil para pequenas tarefas de design, e também tem uma versão paga que oferece mais recursos e recursos de design avançados para usuários mais experientes.

Em resumo, o Canva é uma ótima opção para quem precisa de uma solução fácil e acessível para criar designs profissionais sem precisar de habilidades avançadas em design gráfico. Porém, se você for um designer profissional, a plataforma irá lhe poupar muito tempo e certamente auxiliará com sua biblioteca de imagens, fontes e vídeos.

Use o Poder do Pro

Por um valor razoável, você pode habilitar todas as funcionalidades do Canva Pro. E quem trabalhou em agência de publicidade antes dele existir, sabe que apenas um banco de imagens já sairia bem mais caro que o aplicativo. Abaixo algumas vantagens da versão profissional:

  1. Recursos avançados: a versão paga do Canva, o Canva Pro, oferece acesso a recursos de design mais avançados, como camadas ilimitadas, imagens em alta resolução, fontes premium, entre outros.
  2. Maior flexibilidade: o Canva Pro permite que você salve seus designs em formatos de arquivo personalizados, como PDF ou PNG, para que possa usá-los de maneira mais flexível.
  3. Acesso a uma biblioteca de mídia premium: o Canva Pro oferece acesso a uma ampla biblioteca de mídia premium, incluindo fotos, ilustrações, ícones e elementos gráficos.
  4. Integração com outras ferramentas: o Canva Pro oferece integração com outras ferramentas, como o Google Drive e o Dropbox, para que você possa salvar e compartilhar facilmente seus designs com outros membros da equipe.
  5. Suporte ao cliente: ao contratar o Canva Pro, você terá acesso a um suporte ao cliente dedicado, para ajudar a resolver qualquer problema ou dúvida relacionada à plataforma.

Estou com a sensação de que você já usa o Canva e nem era tão necessário falar dele assim. A questão realmente é que a plataforma está se aprimorando a cada dia. São muitas funcionalidades que vêm sendo acrescentadas, como, a possibilidade de fazer landingpages e o uso de inteligência artifical na criação de textos. Então, que tal aprender a usar essa plataforma em sua totalidade, seja você um designer profissional ou amador?

Desbloqueando Os Segredos do Canva

Essa talvez é a melhor notícia desse post, não tem segredo para se usar o Canva. Mas, tem um caminho certo. Você já se perguntou como algumas pessoas conseguem criar designs incríveis e profissionais com facilidade? A resposta é simples: elas sabem usar o Canva. Os 15 bilhões não foram feitos apenas por profissionais. E agora é a sua vez de aprender a usar essa ferramenta incrível para alavancar sua presença online e impulsionar seus projetos. Com o curso "Canva Sem Segredo", você aprenderá tudo o que precisa saber sobre essa plataforma, desde as funcionalidades básicas até as técnicas avançadas. 

Se a sua empresa ou o seu projeto não tem uma padronização visual profissional ou uma identidade que realmente condiz com o seu negócio, tá na hora de você começar a pensar melhor sobre isso, sabia? Eu vejo bastante nas redes sociais, negócios tão promissores que não dão a mínima importância para um dos pontos mais relevantes do sucesso de qualquer empreendimento: o visual. Sério, já vi até profissionais que a gente percebe que usou o Canva, mas, usou errado. E depois não sabem porque não vendem. 

Como diria um designer que admiro, não adianta apenas usar o Canva, é preciso saber o que e como vai fazer. Acredite, artes profissionais tem uma relevância enorme no desenvolvimento de negócios, assim como as vendas, o administrativo, o financeiro, está relacionado.

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