Conceitos Importantes Na Gestão de Tráfego


Abordamos no artigo anterior conceitos sobre o que é o tráfego pago, o processo de vendas de produtos digitais e o seu funil. Caso não tenha lido, clique neste link. Continuando o Mini Curso de Gestão de Tráfego abordaremos neste artigo outros termos importantes no ambiente do marketing digital, e que precisam ser bem compreendidos pelo gestor de tráfego.

Algumas expressões e conceitos são importantes e quanto melhor compreendidos, mais clara ficará a sua estratégia. São termos comuns no mundo do marketing digital e são voltados para o tráfego pago. Eles irão te ajudar a entender o funcionamento do mercado como um todo, que pode ser um pouco complexo para quem não está acostumado, mas nada que seja impossível de se esclarecer. Começaremos pela tríade digital.

A Base da Estratégia Digital


Para uma estratégia de vendas, ou promocional, funcionar com sucesso na internet é preciso atuar em um ecossistema com elementos que têm uma sinergia entre si. A base para esse funcionamento é composta de três elementos, que sem eles nenhuma estratégia é sustentável no ambiente online. Podemos denominar eles de Tríade Digital, que são: o Tráfego Pago, o Copywriting e o Funil de Vendas (que pode ser entendido como "estratégia" ou "jornada"). Vamos refletir um pouco sobre esses termos.

Acredito que você já tenha entendido que o tráfego pago começa com anúncios no Facebook, Instagram, TikTokGoogle e Youtube. O tráfego pago é um dos três pilares e já falamos dele noutro artigo. Ele se resume no fluxo de pessoas que visitarão o seu site ou perfil. Porém, entenda que ele não funciona sozinho. Pense comigo, você fará um anuncio e pagará por cada pessoa que clicar nesse anúncio para levá-la a um site (geralmente). Essas pessoas que formam um tráfego no seu site, você pagou para elas serem atraídas até lá com a finalidade de fazerem algo, uma ação desejada, talvez a compra de um produto. Mas, só o fato delas estarem no seu site não garante que realizarão essa ação que você deseja. Então, você precisa de outros elementos atuando juntamente com o tráfego para que o visitante do seu site faça o que você espera. Por isso, coisas como, uma comunicação clara e persuasiva no site, ajudará o visitante a entender o que você tem a oferecer e como ele pode adquirir o produto ou serviço. E caso ele ainda não esteja pronto para efetuar a ação, talvez você possa "caminhar" um pouco mais com essa pessoa até que esteja pronta para efetuar a compra. Essa comunicação é o copywriting, o que pode ser entendido como redação publicitária. O caminho que você acompanhará essa pessoa é o Funil de Vendas.

O copywiting é a comunicação, ou seja, a mensagem que você vai passar nos seus posts, site, e claro, nos anúncios. Ela é fundamental para construir uma narrativa que leve o futuro cliente a fazer o que você deseja. Veja o exemplo abaixo de duas mensagens para venda do mesmo produto:

  1. Compre meu curso porque ele é o melhor.
  2. Participe do treinamento para a profissão mais desejada do mercado digital que já transformou milhares de vidas e pode mudar a sua!

No segundo exemplo, a comunicação está mais persuasiva graças a técnicas de copywriting que foram utilizadas.


Já os funis de venda (digital) são as estruturas onde você aplicará o tráfego pago e o copywriting. São estratégias para captar o futuro cliente de acordo com o estágio do nível de consciência de compra dele. Esse termo gera um pouco de confusão com o funil de venda tradicional, por ter o mesmo nome, mas é diferente. Provavelmente esse jargão recebeu esse nome por usar os estágios do funil de venda tradicional como base para a formação da sua estratégia; e também porque, naturalmente, entram muitas pessoas através do tráfego e poucas acabam realizando a ação final (comprando). Assim, pode ser que você veja algum autor, ou influenciador, utilizando esse nome para se referir à estratégia usada para o tráfego. Veja alguns exemplos de "funis de venda" (digital).

  • Funil de tráfego direto: é quando você faz um anúncio que leva a pessoa direto para a página de vendas do produto.
  • Funil do WhatsApp: é quando você faz um anúncio que leva a pessoa a conversar contigo no WhatsApp, para a partir daí, você fazer uma venda.
  • Funil de e-mail: mesma lógica, só que mandando a pessoa para uma sequência de e-mails que tem como objetivo a venda de um produto.

As estratégias podem utilizar estruturas mais complexas, onde misturam mais de um tipo de funil. Como por exemplo o seguinte funil avançado: atrair o tráfego por mais de um meio (anúncios pagos, redes sociais e abordagem direta) > leva a uma página para captar os dados do internauta (landing page) > continua o relacionamento através de mensagens por celular e e-mail > realiza a venda categorizando o cliente ou lead para futuras ações de pós-venda ou remarketing (veja imagem abaixo). 



O fato é que você deve pensar na jornada, caminho, em que o cliente fará, desde o contato inicial até a efetuação da ação desejada. Dessa forma, o gestor de tráfego deve ter uma visão panorâmica do processo. É assim em todo o mercado. Um pilar não funciona sem o outro. Não adianta ter um funil avançado se não tem pessoas chegando até ele. Da mesma forma que não adianta mandar pessoas desqualificadas para seu funil. E se sua copy não for boa, você não vai conseguir convencer ninguém a entrar no seu funil ou comprar seu produto.

Copy e Anúncios

Vale a pena explorar um pouco mais esses dois termos que estão relacionados, pois, são a coluna que sustentam o tráfego pago, a copy e o anúncio. O texto do anúncio é chamado de copy, termo que vem da contração de copywriting, que é a redação publicitária. Todo anúncio precisa de um texto persuasivo que chama a atenção da audiência, a esse texto chamamos copy. Existem técnicas especiais para que isso aconteça, e é disso que se trata a copy. Obviamente que a qualidade do anúncio estará intimamente ligada à qualidade da copy, ou seja, do texto.

O anúncio pode variar de formato, e nele o tipo de copy também. Por exemplo, na rede de pesquisa, do Google Ads, o formato é de texto; já no Youtube pode ser vídeo; e na rede Display  imagem (banners que aparecem nos sites). No Facebook e Instagram (MetaAds) os anúncios podem estar no formato de vídeo ou imagem. Note que, a imagem pode ter alguma frase nela, essa seria a copy da imagem. No vídeo há um roteiro, às vezes com narração, esse roteiro é a copy do vídeo. Notou que apesar da mudança de formato a copy e o anúncio continuam relacionados? Aliás, há um termo para a imagem final, ou vídeo, que será usada no anúncio, é o criativo
Um anúncio do Facebook ou Instagram, por exemplo, é composto por: título, texto e criativo. A copy, no caso, está presente em todos os três elementos, e pode ser o fator decisivo para o clique comprar. O gestor de tráfego deve estar atento ao anúncio e sua copy, pois, mais da metade do sucesso da campanha dependerá deles.
Poderíamos dizer que a configuração do anúncio e sua copy são aspectos internos do anúncio, dizem respeito ao que será veiculado. Porém, existem fatores externos ao anúncio que irão influenciar o resultado da campanha. Vamos a eles!

Outros Termos Que Fazem Diferença

Um professor de gestão marketing que tive dizia que odiava os termos estrangeiros da área e sempre que podia abrasileirava tudo. Confesso que também faço isso algumas vezes. Porém, é inevitável você se deparar com os termos em inglês, e o mais importante é saber o que significa em termos da campanha em si. Esse é o caso do termo landing page. Que geralmente é a página de destino, "aterrisagem", do anúncio. Mas, ela representa muito em uma campanha.

A landing page é um dos casos que merece um artigo todo especial, devido a sua importância. Pois é nela que o suposto lead será convencido a fazer a ação desejada. Ela é a página de venda, onde estão os argumentos para o internauta realizar a ação. Dessa forma, mesmo que o seu anúncio seja maravilhoso e leve a pessoa à landing page, se lá ela não encontrar o que deseja, não efetuará a ação pretendida. Por isso, ela deve ser direta e ter um objetivo apenas. Objetivo que pode ser: captar os dados do internauta (e-mail, telefone, etc.); realizar a venda e levar à página de pagamento; inscrição num evento; etc. 

Dependendo do tipo de público o objetivo da landing page pode mudar. Os tipos de público podem ser:

  • Quente - "público quente" são pessoas que já conhecem a solução e às vezes até o produto. Esse público já está pronto para efetuar a ação desejada (compra p.e.).
  • Morno - são pessoas que tem um problema/necessidade, estão conscientes dessa situação, e estão em busca de uma solução adequada.
  • Frio - esse é o público que nem sabe ainda que tem um problema. Ele tem o problema, mas, não está consciente ainda dele e nem da solução. Ao ser impactado pelo anúncio correto, despertará nele a consciência do problema e apresentada uma possível solução.


Uma das missões do gestor de tráfego é transformar esses públicos em leads. Um lead é um "contato". Ou seja, a pessoa se torna um lead porque ela fornece algum dado dela, tipo, celular, e-mail, preenchendo espontaneamente algum cadastro. Geralmente, sendo em troca de receber algo, como, um e-book, participação em um evento, entrar em um grupo exclusivo. Assim, em termos de estratégias, poderíamos pensar que, o anúncio para o público frio deve ser para captar leads, que receberão novos anúncios "esquentando-os" para efetuarem uma possível compra. Você continua o relacionamento, caminha um pouco mais com ele. Já o anúncio para o público quente, já é para levá-lo diretamente à compra. Para efetuar a compra, o internauta deve ser levado à página de checkout. Essa é a página de pagamento do produto ou serviço. 

Você percebeu que o público frio recebeu dois anúncios? Isso é possível graças ao pixel. É um código que você coloca dentro do site (ou landing page), que informa o comportamento das pessoas que chegam até ele pelo anúncio. Por exemplo: se uma pessoa clica no anúncio e entra na landing page e se inscreve para receber seu material gratuito, ela fica "marcada", ela recebe esse pixel. Futuramente, você pode fazer um anúncio só para as pessoas que receberam essa marca.

Recapitulando os termos - 

  • Tráfego Pago / Funil de Vendas / Anúncios / Copy / Landing Page/ Público Quente, Morno e Frio / Leads / Página de Checkout / Pixel.

Conseguiu compreender todos esses termos, e o mais importante, o conceito deles? Já conversei com alguns anunciantes que o anúncio deles era muito bem feito, com uma copy muito persuasiva, porém, a landing page demorava muito para carregar. O que acontecia era que o internauta desistia de esperar a página carregar e ia embora. Ou seja, uma possível venda perdida. Também já me deparei com campanhas de clientes com estratégias erradas. Anúncios feitos para público frio, porém com estratégia para público quente. Nesse caso, a campanha gera muitos cliques, porém a venda não é feita, devido ter atraído o público errado. 

Portanto, o gestor de tráfego deve conhecer e compreender a fundo esses termos, sendo que o sucesso da campanha depende deles. O papel de estudar e praticar é um ciclo constante na vida do gestor de tráfego. Todo esse ecossistema digital, com termos estrangeirados, acaba se normalizando no dia a dia, e quando você percebe já consegue ver tudo de uma forma mais panorâmica e tranquila. Claro que ainda há muitos outros termos, mais específicos. Continue acompanhando as postagens, inscreva-se em nossa newsletter para ver outras postagens a respeito do tema. Mas, se você quer tornar-se um gestor de tráfego pra valer, clique no link abaixo. Nele está o material completo e bem esclarecido sobre praticamente tudo que o gestor de tráfego precisa para atuar com maestria. Qualquer dúvida, não deixe de me escrever!



Co-branding da Lacoste com a Netflix

Foi lançada no dia 12 deste mês, no Brasil, a nova coleção da Lacoste em um incrível co-branding com a Netflix, especialmente com algumas séries, dentre elas, Stranger Things. Essa iniciativa colaborativa não é novidade para nenhuma das marcas, que já fizeram parcerias anteriores. Contudo, não deixa de ser um caso bastante icônico e comemorado, e o ensejo para tratarmos do assunto.

Conforme a dupla Kotler e Keller, "co-branding (também conhecido como dual branding ou brand building): quando duas ou mais marcas conhecidas são combinadas em um único produto ou comercializadas em conjunto de alguma forma." O que se aplica nesta nova coleção, onde no mesmo produto vemos as duas marcas. 

O Co-branding é Uma Boa Estratégia?

Talvez podemos começar a responder a pergunta fazendo outra, qual a motivação para se fazer um co-branding? Acertou se você pensou em maior alcance de público, o que resulta em mais vendas. Dessa forma, a principal vantagem de ações colaborativas assim é que o produto ganha um posicionamento mais forte em virtude das marcas envolvidas. Isso agrega valor de várias formas, dependendo das marcas, especialmente com relação à credibilidade. Foi o caso da Cisco, no final dos anos 90, quando desenvolveu parcerias com Sony, Matsushita e US West para modens com o seu logotipo, para fortalecer sua marca desenvolver o conhecimento do seu nome. As ações elevaram não apenas o conhecimento da marca, mas, fez com que a Cisco ganhasse credibilidade e mais aceitação no mercado.

Outra ação bem-sucedida de co-branding foi da cafeteria Starbucks com o Spotify (aplicativo de streaming musical). As ações, além da propaganda em conjunto, trazia ações dentro da cafeteria, como personalização dos copos, assinatura do Spotify premium para parceiros da Starbucks (nos EUA) e playlists da Starbucks dentro do aplicativo. Note que ambas as marcas já estavam bem estabelecidas no mercado, já tinham o seu público e o seu trabalho próprio de brand equity (gestão da percepção da marca). Dessa forma, as duas marcas puderam se beneficiar da associação, e quando teve fim, não houve prejuízo para nenhuma delas.

Voltando a pergunta do subtítulo, resposta vai depender de alguns fatores, como os citados nos exemplos. Primeiro, a marca com a qual irei me associar trará uma percepção melhor para a minha marca, agregará valor? Se ao final da parceria a percepção da marca for a mesma, talvez seja um sinal negativo. Segundo, a marca com a qual vou me associar tem um trabalho próprio de gestão de marca? E eu tenho da minha marca? Caso você não tenha uma boa gestão da sua marca, pode acontecer que a percepção de sua marca após a parceria seja pior tendo parte dessa percepção diluída no processo (uma condição necessária para o sucesso é que cada uma das marcas tenha uma conscientização de marca adequada e uma imagem suficientemente positiva). E a principal questão, o público consumidor da marca é pertinente? Caso negativo, não faz sentido, pois não resultará em maior faturamento. Ou seja, essa é uma estratégia que deve ser feita com cuidado, mas, quanto bem realizada, traz excelentes frutos.

Todos Saem Ganhando

No caso da Lacoste, o co-branding com a Netflix, além da marca, incluiu ícones das séries com legiões de fãs da plataforma, como Stranger Things, Bridgerton, Lupin, Money Heist, The Witcher, Sex Education, Shadow e Osso e Elite. Essa colaboração trouxe uma maior percepção de valor à coleção de roupas, por serem itens únicos e limitados. Os fãs poderão adquirir as roupas, e como a Lacoste tem uma percepção de produto premium, eleva a sensação de valor das séries e da plataforma de streaming.

Conforme disse Josh Simon, vice-presidente de produtos de consumo da Netflix: “Acreditamos que os produtos podem ser um meio poderoso para contar histórias e a parceria com a Lacoste apresenta uma oportunidade única de misturar os mundos da moda e do entretenimento. Esta coleção é uma maneira atraente e criativa para os fãs expressarem seu amor por nossas histórias e personagens." Opinião mais do que confirmada pela Catherine Spindler, vice-CEO da Lacoste, que disse: "[...] um encontro único entre nossos dois mundos e duas referências globais de criatividade e inovação, ambas com um poder inigualável de reunir comunidades de todas as esferas da vida."


A coleção traz roupas para crianças, jovens e adultos. O trabalho de marketing está sendo realizado com maestria, e pode ser conferido nas redes sociais também. Lembrando que os gestores devem avaliar cuidadosamente qualquer iniciativa de co-branding, buscando a adequação correta de valores, competências e metas, bem como um equilíbrio apropriado de brand equity. Deve haver um planejamento detalhado para legalizar contratos, arranjos financeiros e planos de marketing coordenados. E assim estamos vendo neste caso, com ações coordenadas entre Netflix e Lacoste. Como comparou um executivo da Nabisco, “ceder uma marca é como doar um filho — você quer ter certeza de que tudo sairá perfeitamente bem”. Os arranjos financeiros entre marcas podem variar, embora seja comum o pagamento de taxa de licenciamento e de royalties, que deve ser o caso.

Então, gostou desse co-branding? Conte-nos o que achou. Veja mais clicando nos links abaixo. E honestamente, que venham mais colaborações desse tipo!

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Links:

Lacoste

Netflix

Mini Curso Canva - Aulas Finais


O Mini Curso sobre o Canva teve como ideia inicial ter um conteúdo um pouco mais específico e aprofundado em forma de tutorial. Assim, ao postar os vídeos da profª Camila Alberti, o resultado foi excelente! Ou seja, tenho recebido feedbacks bem positivos sobre esta série, e de coração, espero que seja bastante útil a todos. Hoje, chegamos às últimas aulas, com o tema "Instagram".

Contudo, quero reforçar que, apesar do excelente conteúdo do mini curso, ele não passa de uma degustação do verdadeiro conteúdo do curso Canva Sem Segredos. Nele você irá de fato aprofundar-se e desenvolver bastante as suas habilidades com a plataforma, além dos bônus. Por isso, se você está gostando do mini curso, sugiro fortemente clicar no banner abaixo e se inscrever no curso pra valer. Além de indicar o curso dou o meu aval nas técnicas e estratégias ensinadas por lá. E indico por saber que atuar com maestria nas redes sociais não é uma tarefa fácil, e nem todo mundo tem disponibilidade financeira para contratar um social media. Caso você seja um profissional social media, ou queira se tornar um, esse curso vai te ajudar muito mais do que imagina!





Atuando nas Redes Sociais

Uma das vantagens do Canva é a versatilidade de formatos que você pode criar nele. Precisa de uma postagem para o Facebook? Ele já tem o padrão correto. Para o Instagram? Youtube? LinkedIn? Tiktok? Vídeo? Painel? Carrossel? Sim, você estará bem servido(a) no Canva com relação a qualquer formato que precise. 

No caso específico do Instagram, que pode ser aplicado a outras mídias, alguns formatos são característicos. Como por exemplo, o tal "carrossel" e o Story. Cada formato atende a uma estratégia, falamos sobre isso no post sobre o Funil do Instagram. Vamos ver algumas dicas maravilhosas para esses formatos com a professora Camila? Veja abaixo!

FAZENDO UM CARROSSEL - 

Antes de começar os seus posts é preciso observar algumas questões. Abaixo estão dicas para você se preparar melhor e usar o Instagram de forma eficaz. No vídeo você terá um exemplo de conteúdo, porém, é só um exemplo, você deve adaptar ao seu contexto e nicho. O objetivo do vídeo é apenas ensinar um modelo. Por isso:

  1. Defina o seu público-alvo: entenda quem você deseja alcançar e crie um conteúdo atraente específico para eles. 
  2. Publique consistentemente: publique regularmente conteúdo de alta qualidade para manter seus seguidores engajados. Ou seja, quanto mais praticar fazendo seus posts, melhor.
  3. Use hashtags: use hashtags relevantes na legenda para tornar seu conteúdo mais detectável para um público mais amplo. Tem algumas dicas valiosas neste artigo aqui.




STORIES BOMBÁSTICOS

O Story tem um jeitão e função especial. Ele pode ser otimizado para gerar muito engajamento e realizar ações importantes e poderosas, como vendas. Mas, tenha em mente que ele tem um alcance mais restrito do que o Reels. Geralmente o Story será visualizado apenas pelos seus seguidores (a não ser que eles o compartilhem). Criar um conteúdo envolvente e inspirador é o principal objetivo do Story. Por isso, conhecer o seu público, como ele reage, será importante para ter sucesso em seus stories. As dicas do vídeo ajudarão a preparar conteúdos assim.



Agora é só botar em prática tudo o que foi aprendido! Caso não tenha visto as outras aulas, fizemos um tutorial sobre o Canva na aula 1; e como construir uma identidade visual no Canva na aula 2. Por aqui no blog você também encontrará dicas e estratégias sobre redes sociais. Estou certo que com o Mini Curso Canva você já está familiarizado com a plataforma. Imagine o quanto mais irá aprender no curso completo! Já sabe, qualquer dúvida ou sugestão, escreva-nos!

Guia Descomplicado de Tráfego Pago - 01


 O "Guia descomplicado de tráfego pago para negócios digitais" foi idealizado, produzido e distribuído pelo professor e profissional de tráfego Douglas de Castro. Ele tem se posicionado como referência no mercado há muitos anos e certamente tem ajudado milhares de pessoas com os famigerados anúncios online. Tratamos sobre o gestor de tráfego neste outro artigo (sua importância e atuação), e falaremos mais sobre a profissão e o que fazer para atuar nessa área do marketing digital. Por isso, trago parte deste guia do prof. Douglas, que além de explicar "o quê" trará estratégias para saber "como" fazer tráfego pago. 

O termo "tráfego" ficou muito famoso na internet quando começou a ser usado por produtores digitais especialmente no nicho de marketing digital. Na verdade, refere-se ao volume de pessoas visitando um site, uma página de venda (landingpage) ou perfil de rede social. Essa atração geralmente é feita através de anúncios, seja no Google ou nas redes sociais. Ou seja, as pessoas vêem o anúncio, clicam nele e são levadas a uma página de destino. A página que ninguém sabia da existência começa a ter visitas de pessoas, um movimento, um tráfego de internautas. Dessa forma, se ninguém visitar a página do seu produto, ninguém o comprará, daí a importância do tráfego, de levar pessoas até essa página para realizarem a compra. Então, o bom gestor de tráfego, faz bons anúncios para levar pessoas "qualificadas" (que desejem comprar) a essas páginas.

Com a palavra o professor:

O que pode ser vendido na Internet

 O objetivo do tráfego, independente se é pago ou orgânico, é a venda. Claro que existem anúncios que apenas reforçam a marca de uma empresa, mas o que importa, no final, é a venda. E, na internet, você pode vender praticamente tudo. Veja só:

  • Produtos físicos: geladeira, tênis, roupa, carro, ar-condicionado, cápsula de emagrecimento, etc.;
  • Serviços: manutenção de ar, aula de violão, serviço de social media, etc.;
  • Produtos digitais: cursos, ebooks, seminários online, ferramentas online, etc.;
Dá para dizer que as possibilidades são praticamente infinitas. Mas para descomplicar o tráfego pago é preciso ter foco em um tipo de produto só. E nesse artigo vamos trabalhar em cima de um tipo muito específico: os produtos de transformação. Como o próprio nome diz, são produtos que produzem algum tip0o de mudança na vida da pessoa que consome aquele produto. Por exemplo:
  • Cápsulas: emagrecimento, crescimento capilar, etc;
  • Cursos: que ensinam a ganhar dinheiro na internet, que passam alguma dieta, que ajudam em algum tipo de relacionamento, etc;

Todos esses produtos são muito procurados na internet, e por causarem uma verdadeira transformação na vida de quem consome o conteúdo e aplica, são produtos muito lucrativos. Principalmente quando falamos de cursos online, que não tem nenhum custo por cada unidade vendida. O próprio artigo de um blog pode ser um produto de transformação, quando o leitor aprende algo e aplica em seu negócio trazendo resultados. De todos os produtos vendidos na internet, o melhor tipo de produto para obter alto lucro é o produto digital de transformação.

O Processo de Vendas dos Produtos Digitais

Como acontece a venda de um produto digital (ou qualquer outro)? Para isso, vamos fazer uma analogia com uma linha do tempo, onde o começo é quando o cliente ainda nem sabe que precisa de alguma coisa e o final, é quando ele compra um produto. Vejamos as etapas presentes nessa linha:


  • Inconsciente: é quando o futuro cliente nem sabe que está com algum problema e você o alerta com um anúncio. Por exemplo quando ele (futuro cliente) vê a chamada: "Ei, você gostaria de aprender uma nova profissão que te paga até 10x mais que o mercado tradicional, e ainda te permite trabalhar no conforto da sua casa?" Pronto, você despertou o cliente para um problema/desejo que a pessoa nem sabia que tinha.
  • Consciente do problema: este é o estágio quando o seu futuro cliente já sabe o que ele precisa/quer, como no exemplo acima, ele já sabe que quer aprender essa nova profissão, mas ainda não sabe como. Chegou a hora de apresentar uma solução perfeita para essa pessoa. Neste caso, a chamada é diferente, por exemplo: "Eu preparei um aulão gratuito para te explicar tudo sobre a profissão de Gestor de Tráfego, que é aquela que mais cresce no digital e que qualquer pessoa pode começar do absoluto zero, sem saber nada de internet. É o seu caso? Clique aqui no 'Saiba Mais'."
  • Consciente da solução: este é o estágio em que o futuro cliente reconhece o seu problema e sabe que existe está em busca de uma solução. Tomando o exemplo anterior: seu futuro cliente se inscreveu no seu aulão e lá dentro você vai explicar tudo sobre a profissão de gestor de tráfego: como começar, como conseguir os primeiros clientes, onde aprender, etc. Só que no final dessa aula, você vai apresentar o seu produto para o cliente, dizendo que é por meio dele que a pessoa vai ter o método completo para se tornar um gestor de tráfego e conseguir viver apenas disso, e viver muito bem, com liberdade, etc.
  • Consciente do produto: neste estágio o futuro cliente tem o contato com o seu produto. Ele ainda não comprou, mas, já tem ciência dele, sabe bem do que se trata e a dor que ele resolve. Talvez ele esteja esperando uma oferta melhor, ou uma ocasião oportuna (no recebimento do salário, por exemplo) para adquirir. Neste estágio, voltando ao exemplo anterior, você pode impactar a pessoa com anúncios de depoimentos de outros clientes satisfeitos, vai falar sobre a garantia, explicar como funciona o curso por dentro... aí faz uma chamada para ele realizar a ação de compra e finalmente virar seu cliente.

Esse processo acontece em todos os mercados, com qualquer produto do mundo. Você precisa levar a pessoa desde o momento que ela nem sabe que precisa da sua solução, até transformá-la em cliente. Obviamente, nem todas as pessoas estão ali no primeiro estágio, quanto mais avançada ela estiver, mais fácil será essa venda. Porém, a quantidade de pessoas diminui conforme você vai avançando no nível de consciência. Funciona mais ou menos assim, vamos supor que você dê aulas particulares de música. Em sua cidade existem milhares (talvez milhões) de pessoas. A maioria nunca nem parou para pensar na possibilidade de aprender um instrumento musical (o que é benéfico para qualquer um). Desses alguns até têm vontade de aprender, mas, não sabem direito como ou não se acham com a capacidade para aprender. Desses alguns sabem do benefício, tem vontade e já sabem que existem aulas particulares para isso, inclusive online, porém nem fazem ideia de quem é você ou do serviço que você oferece. Mas, tem um círculo de pessoas em sua rede pessoal que sabem que você é professor e têm vontade de aprender. Percebe que esse último grupo é bem menos do que o anterior e assim por diante?


A compreensão desses estágios é fundamental no tráfego pago, pois, como vimos em cada um deles o anúncio, a comunicação, deve mudar. Colocamos os processos em uma linha horizontal lá no início, mas, poderíamos colocá-los na vertical. E como você percebeu, quanto mais acima (estágio "inconsciente"), maior o grupo de pessoas, e quanto mais abaixo, menor. Essa representação vertical, levando em consideração o número de pessoas, é bem visualizada como se fosse um funil.

Ao observar a imagem do funil podemos perceber como funciona o processo de vendas, e o mais importante, entender o estágio do futuro cliente, para saber anunciar corretamente para cada estágio. Repito, não há como ser um bom gestor de tráfego sem compreender corretamente cada estágio do funil de vendas. O Funil de Vendas é uma das bases para a gestão de tráfego, como veremos adiante. As estratégias de tráfego mudam de acordo com o estágio do funil. Juntamente com os anúncios (tráfego pago) e o copywriting (escrita publicitária), formam a tríade digital. Falaremos disso no próximo artigo. Traremos estratégias e análises nesse mini curso de gestão de tráfego. Acompanhem!

Quer aprender tudo sobre gestão de tráfego? Clica no banner abaixo! Qualquer dúvida, escreva-nos!




Páscoa de Pistache


Os indicadores econômicos apontam um crescimento nas vendas da páscoa deste ano, que tem suas características únicas. Foram lançados vários produtos para a páscoa 2023, e as vendas. Já a nível social, essa será uma páscoa mais tranquila do que a dos anos anteriores em termos de saúde pública (sem o corona-vírus com suas ondas e variantes). Contudo, nem tudo são "flores", e fatores como maior concorrência e matéria-prima mais cara, atrapalharam um pouco o desempenho comercial da páscoa neste ano.

A Páscoa Além do Chocolate

Em primeiro lugar nessa analise quero lembrar que a Páscoa não é uma data propriamente comercial mas, sim, religiosa. O feriado judaico-cristão da Páscoa traz uma mobilização religiosa gigantesca em todo o país. E isso mexe com o mercado em áreas que vão além da comercialização de produtos de chocolate. Como por exemplo, na comercialização de peixes, nas áreas que envolvem o turismo, e produtos religiosos (como velas, livros e decorações). Sem esse aspecto, acredito que o feriado não teria a mesma importância no mercado.

O significado religioso e cultural da Páscoa é muito importante para o brasileiro, e de alguma forma, leva-o a comprar mais. O mercado beneficia-se de uma alta nesse período, especialmente o setor de alimentação e bebidas. O ambiente propício a visitas e comemorações leva a mais gastos, pois, as pessoas planejam troca de presentes e agrados. O varejo apresenta um relativo crescimento (segundo a CNC estima-se um volume comercializado de mais de 2,4 bilhões de reais no varejo) o que faz dessa época uma das datas importantes no calendário anual de campanhas promocionais.

Claramente que o chocolate acabou tendo um papel de destaque nesse contexto. Este é o período do ano em que mais são vendidos chocolates e peixes. Porém, o comerciante de artigos eletrônicos tira proveito da data anunciando promoções e divulgando seus produtos, assim como as demais áreas do comércio. Ou seja, estou chamando a atenção para o planejamento de ações promocionais e sua importância. Como veremos adiante, muito do que acontece nesse período, tem a ver com um planejamento prévio, inclusive ao ditar tendências e modismos.  A páscoa, muito além do chocolate, acontece graças a ações de planejamento de marketing que a antecedem.

Vimos no início do ano os problemas de um gigante do varejo, as Lojas Americanas, e como isso afetaria a páscoa. Algumas fábricas chegaram a ventilar na ocasião que reduziriam pela metade a sua produção. Contudo, conforme anunciaram a Garoto e Nestlé, chegaram a produzir 12 milhões de unidades de ovos para a Páscoa, na fábrica em Vila Velha. Isso representa um aumento de 10% em relação ao ano passado. Houve também um aumento nas vendas chocolates em barra e caixas de bombons. Segundo o Data Shopee, (que mostra os dados de consumo do comércio eletrônico de sua plataforma), os ovos de chocolate foram trocados por outros produtos, como coelhinhos de chocolate e barras, por grande parte dos consumidores. Entre fevereiro e março esses itens de chocolate venderam mais do que o dobro do que os ovos de chocolate. Porém, a preferência dos consumidores nessa época ainda é pela loja física. Conforme uma pesquisa realizada no Rio de Janeiro, 86,9% dos entrevistados afirmaram que pretendem comprar os presentes em lojas físicas, enquanto 7,9% em lojas virtuais e 4,5% de ambas as maneiras (dados do FECOMERCIO RJ).

Sensação da Páscoa

Uma coisa que chamou a atenção na Páscoa deste ano foram os lançamentos de novos produtos. Foram registrados pela ABICAB 163 novos produtos, com suas variações. E quero falar sobre estratégia de marketing aqui. Será que mais opções significam mais vendas? Bom, nesse ano o consumidor teve muito mais opções para escolher. E provavelmente muitas dessas opções você nem sabe quais são. Porém, teve uma que tornou-se a grande sensação dessa Páscoa, o sabor pistache, lançado pela Cacau Show.

O termo "pistache" chegou a ter uma alta repentina no Google a partir de março deste ano. Kopenhagen e Cacau Show lançaram produtos com esse sabor. O produto "Ovo de Páscoa laNut Pistache", da Cacau Show, chegou a ficar esgotado em algumas lojas. Nesta sexta-feira havia filas na porta das lojas da Cacau Show antes da abertura. Confeiteiros começaram a fazer Ovos de Pistache artesanais, produtores de conteúdo postando receitas e por aí vai. Virou sensação!

O site da Cacau Show chegou a ter problemas de acesso (pelo menos em nossos testes). Na verdade, nos últimos meses, a busca pela Cacau Show teve um pico nos buscadores, indo além do termo "páscoa" e "ovo de pascoa". E a pergunta que fica é, o que ela (Cacau Show) fez de diferente?

A resposta está no marketing de influência. Dependendo do contexto essa pode se mostrar uma opção arriscada, mas, tem dado muito certo para a Cacau Show. A marca tem usado influenciadores (e micro-influenciadores) para lançar suas novidades. 
No ano passado foi o sabor banoffe (Ovo de Páscoa Dreams Banoffe), que foi alvo das ações de marketing. Porém, neste ano o pistache teve um alcance maior. Passou a se tornar um objeto de desejo, uma espécie de sonho de consumo entre os ovos de chocolate. Ano que vem teremos um novo sabor? Provavelmente, sim, e naquele momento, o pistache perderá a sua posição no topo. Tudo faz parte do ciclo de vida do produto, o que é bem normal. Entretanto, a estratégia usada pode ser que seja a mesma, o marketing de influência. 

A Páscoa deste ano só não teve um desempenho melhor, graças a crise econômica que ronda o país. A alta no valor da matéria-prima forçou um aumento no preço dos ovos de chocolate. Além disso, o custo de produtos básicos e serviços, acabam impactando negativamente este período. Juros altos, menos crédito, não tem como negar que afeta negativamente. Especialmente, o micro empreendedor, que planejava faturar com páscoa na produção artesanal. Cada um, acaba "apertando o cinto" como pode.

Portanto, a páscoa deste ano nos mostrou que o planejamento aliado à estratégia certa de marketing podem mudar um cenário desastroso para lucrativo. Pessoalmente, ver esse movimento acontecendo, é para mim, que sou apaixonado por marketing, algo emocionante. Obviamente que há muito esforço, estudo e ações de marketing nos bastidores. Logo, esta é uma grande páscoa!

Independente do pistache, quero desejar-lhe uma FELIZ PÁSCOA! Que você tenha muita saúde e fé para comemorar esses dias tão significativos. E claro, muito amor no coração e paz na mente. Depois conta pra gente como está a sua páscoa neste ano.



Mini Curso Canva - 02


 Como disse em outro artigo, usar o Canva não é algo muito complicado, graças à interface intuitiva e simplificada. Aliás, essa é uma das vantagens da plataforma de design. Na postagem anterior fizemos um tutorial sobre a interface e página inicial (caso não tenha viso, clique aqui). Nessa segunda aula sobre o Canva vamos explorar mais as ferramentas do aplicativo fazendo uma logo. Este é um mini curso ministrado e produzido pela professora Camila Alberti, intitulado "Mini Curso Canva" com um total de 4 aulas.

A publicitária e professora Camila Alberti já foi sócia de um Estúdio de Design Gráfico que rendeu centenas de projetos realizados no Brasil e na Itália. Hoje ela se dedica exclusivamente às turmas (mais de 3mil alunos) de seu curso sobre o Canva (clique no banner abaixo para ver mais informações). Como verá no vídeo abaixo, nesta aula ela explica sobre os elementos de uma identidade visual e como deixar tudo certinho no Canva. Acompanhe!


Montando Uma Logomarca

A logomarca ou a "marca" do seu negócio é algo muito importante na comunicação dele. Ela faz parte da identidade visual. Apesar de não ser um designer, quero deixar algumas dicas na construção da logo como especialista de marketing. Já participei da elaboração de centenas de logos, pois, como verá, quanto mais clareza você tiver sobre o negócio melhor ficará a sua logo. Dessa forma, não entrarei no mérito da questão sobre o design (o vídeo já traz isso muito bem), mas, ajudarei no aspecto de mercado. Então, vamos lá!

Uma logomarca é uma logo com algum elemento gráfico e palavras, um logotipo já é uma logo só com as palavras (tipografia). A escolha entre elas pode depender do seu ramo de negócio, ou da sua marca em si. Contudo, a primeira e mais importante regra que quero deixar é: quanto mais clareza na informação passada, melhor. Estou dizendo isso por já ter visto muitas logos confusas, ou na tipografia ou com elementos estranhos. Simplifique, nada de coisas muito elaboradas. Uma boa logo tem uma leitura rápida, a pessoa bate o olho e já identifica a marca. Isso faz com que seja mais fácil guardar aquela informação, e consequentemente, da marca ser lembrada. Comece com isso em mente e garanto que tem boas chances do resultado final ser satisfatório.

Alguns desdobramentos podem vir dessa ideia. Como na escolha de elementos gráficos e no uso de slogans. Por exemplo, não é porque você vende móveis que sua logo tem que ter alguma mobília. Isso pode ser um limitador da compreensão da sua marca. Outro exemplo, o empresário é apaixonado por corujas, mas está montando uma empresa de artigos para iluminação. Querer colocar o animal como elemento gráfico na logo pode gerar confusão na compreensão do negócio. O mesmo vale para slogans, muito cuidado ao querer agregar um slogan à logo. Geralmente isso só faz complicar a leitura da logo e não agrega valor à marca. Perceba que o foco é o cliente, você deve se colocar no lugar da pessoa que nunca viu sua marca e estará olhando para a sua logomarca pela primeira vez. Ou seja, simplifique, tenha clareza na informação.

Outra dica, quase obrigatória, é fazer um bom estudo de benchmarking. Ou seja, olhe para os concorrentes, suas logos, separe as que julga melhor (talvez umas cinco). Tente descrever o que gostou nelas, o que mais lhe chamou atenção positivamente nessas logos. Faça uma lista dessas características. Olhe também para as que julga piores. Descreva o que não gostou nelas. Então, faça uma lista de coisas a serem evitadas. Observe que você pode descrever também sensações e emoções, não apenas cores e formas. Especialmente, note aquela logo da qual você se lembrou no outro dia, a que ficou na sua mente. Contudo, não estou dizendo para você copiar, a sua busca são por referências. Tenha em mente que provavelmente o perfil do cliente que compra deles irá comprar de você também. Tente compreender essa conexão das marcas com os clientes. Por exemplo, se você fizer um logotipo de uma madeireira parecido com o de uma loja de roupas femininas, provavelmente gerará confusão na cabeça do cliente (de forma inconsciente). Há uma "linguagem" no mercado que se comunica visualmente com o seu nicho.

Por último, saiba quais são as suas características principais e diferenciais. Algumas características podem ser traduzidas em tipos e cores. Isso impactará a sua logo e a fará única. Mas, tem ser características verdadeiras. Ou seja, não adianta falar "marca inovadora" se não está trazendo nenhuma inovação para o mercado. O mesmo para "preocupada com o meio ambiente", mas, não faz nada em benefício do meio ambiente. E a lista é enorme, "honestidade", mas, mente nos descontos da Black Friday, "atendimento personalizado" na venda de varejo sem dar treinamento para equipe de vendas, e por aí vai. Conhecer o cliente é muito importante, conhecer o mercado e concorrência, mas, é muito importante ter clareza sobre as suas próprias características e diferenciais. Toda marca é única e precisa de uma logo que comunique sua essência.

Espero que com essas três dicas, e a aula da prof.ª Camila Alberti, você consiga fazer uma logo maravilhosa e que represente bem a sua marca. As dicas foram:

  1. Simplifique - tenha clareza nas informações passadas;
  2. Faça Benchmarking - analise as logos da concorrência;
  3. Anote as características e diferenciais de sua marca - eles tornarão sua logo única.
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