Álbum da Copa 2022 Uma Jogada de Marketing de Sucesso
A Rede Social mais Usada e as Tendências para 2023
Olhando Para as Redes Sociais
A Tendência Social na Juventude -
Tendências Para 2023
O Instagram e Suas Novidades
Todos os usuários já sabem, ou pelas notícias ou pela experiência, que no final de julho o CEO Adam Mosseri anunciou atualizações e mudanças no Instagram. O vídeo postado em seu twitter - que parecia ser uma resposta a uma repercussão negativa, mas, explicado posteriormente que não - trazia informações de grandes mudanças e o rumo que o aplicativo teria. Esperei um pouco mais para ver se alguma outra novidade aterrorizante surgiria, mas ainda não surgiu (graças ao bom Deus!), e o que Mosseri falou vem acontecendo mesmo.
Novidades Amargas
Tik Tok Algoz?
Metamorfose Ambulante
- Alcance - A principal mudança, e a mais criticada, está relacionada ao alcance das postagens. Assim, se você postar uma foto e um vídeo, o vídeo terá um alcance maior do que a foto (eu testei). Ou seja, ele chega a mais pessoas. É comum que os profissionais da área se sintam prejudicados pela diminuição do alcance, mas é errado associar isso a uma suposta má vontade ou má-fé dos canais de mídia; há incontáveis variáveis que reduzem o alcance das publicações, entre elas a quantidade cada vez mais crescente de conteúdos que é veiculada diariamente nas redes sociais, e a forma como os conteúdos são distribuídos: o cálculo por relevância. De forma ilustrativa, o seu conteúdo terá um crescimento de alcance proporcional à quantidade de interações que ele recebe, logo, quanto menos interações você tiver, menor será o seu alcance, e quanto mais outros conteúdos concorrentes conquistarem a atenção do usuário para quem você poderia aparecer, pior para o alcance do seu conteúdo, que vai ficando para trás. Ou seja, entre um vídeo ruim e uma imagem boa, prefira a imagem, especialmente se ela gera mais engajamento. Mas, se o seu reels for no mínimo razoável, aí, é melhor o vídeo mesmo.
- Recomendações Orgânicas - Agora também, o Instagram passou a recomendar postagens que não fazem parte das pessoas que você segue. Ele busca conteúdo semelhante ao que você curte em outras contas pelo mundo, e organicamente recomenda. E a sua postagem? Ela também pode ser recomendada, especialmente se ela teve engajamento e alcance (e se for vídeo).
- Mais Vídeos - Reels e Storie ganham importância. Foi liberado nessa semana o storie de 60 seg., e o Reels ganha novas funcionalidades que antes havia apenas no storie. Quem produz mais vídeos é mais premiado, e o Insta está mostrando mais vídeos mesmo (reels reinam no feed).
Tendências e Implicações
As Mudanças No Trade Marketing
Em 2019 tive uma experiência muito positiva em consultoria para ampliar o marketing share de uma multinacional na área de ferramentaria para o interior do estado de Goiás. Fiz os diagnósticos necessários, pesquisas e tudo como manda o figurino. Contudo, ao visitar alguns revendedores da marca, percebi que os ponto de vendas não se utilizavam corretamente dos itens oferecidos pelo trade marketing da indústria. Esse era apenas um dos motivos da baixa participação no mercado, porém, foi algo que chamou a atenção.
Com algumas ações desenvolvendo projetos para a correta utilização dos itens, conseguimos aumentar bastante esse share e criar um maior envolvimento dos clientes com os lojistas e a marca.
A pandemia chegou, as lojas fecharam as portas por um tempo, e muitos diziam que o varejo iria migrar de vez apenas para o digital. De fato, houve um aumento significativo, mas, essa afirmação era um grande exagero. Lá em 2019, o comércio digital representava apenas 5% do faturamento do varejo no país, já em 2021 essa taxa chegou a 11,6% - dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).
Com essa migração, percebemos muitas lojas físicas mudando a forma de se relacionar com os clientes, outras tornando-se híbridas e outras migrando de vez para o digital. Dessa forma, percebemos que uma ressignificação no trade está acontecendo nos pontos de venda físicos. Por exemplo, uma das estratégias apontadas na consultoria de 2019 foi criar eventos para experimentação dos produtos na loja, ao invés de apenas colocar um banner informativo. Incentivar o lojista a criar um relacionamento maior com o cliente e saber como ele está utilizando o produto adquirido. Proporcionar ao cliente final um canal de comunicação direto com o fabricante para tirar dúvidas. Ou seja, o trade mkt está passando de algo apenas visual para o relacional.
As lojas híbridas e totalmente online já começam a buscar o entendimento profundo do consumidor, insights, design de toda a jornada de compra. Entender melhor o cliente e suas necessidades, através dos canais de atendimento, de uma forma realmente mais eficaz, que chegue até a outra ponta, a produção. Ou seja, entendendo esse caminho de compra do cliente, o trade mkt pode se valer de elementos mais eficazes, tanto de comunicação, quanto de experiência do cliente. Óbvio que isso gera mais economia e assertividade. Enfim, parece que estamos vivenciando um trade marketing digital, que impacta tanto no PDV quanto no e-commerce.
Trabalhando hoje com uma empresa no ramo da educação, já percebi essa mudança. O departamento de trade mkt da franquia já trabalha todo o visual até de datas comemorativas, como o Dia das Mães, de forma digital. Antes, era algo limitado a fachada, manual de identidade e recepção. Então, a gente percebe que está dando muito certo, quando vemos pais e alunos compartilhando esses conteúdos.
Portanto, essas mudanças no trade marketing são muito bem vindas. Que cada vez mais coloquem de fato o cliente e a experiência dele com a marca no foco. A pergunta que fica, porque isso não veio antes? Parece que havia uma relutância de mudar um modelo pronto, onde banners, bandeirolas, adesivos e plaquinhas, pareciam ser a única solução para se comunicar aos clientes. (Apesar que sempre gostei de bandeirolas).
Quer saber mais sobre como utilizar o marketing digital no relacionamento com clientes? Tornar o seu negócio digital muito mais atrativo e acolhedor? Inscreva-se em nossa newsletter!
O Que Postar e Como Produzir Conteúdo Digital
Todo social media, produtor de conteúdo digital, blogueiro, ou quem de alguma forma faz a gestão de conteúdo digital, passa por momentos sem muita inspiração. O tão temido apagão criativo. Uma das melhores dicas para evitar isso, é se programar (o imprescindível planejamento) e fazer um banco de ideias. Esse último é maravilhoso! E para ajudar, deixarei aqui algumas dicas e temas de conteúdos que podem ser feitos. Então, é só você anotar alguma ideia em cada categoria. Bora lá!
- ENQUETE - Faça uma enquete e pergunte a opinião do público sobre determinado assunto. Busque um tema que tem a ver com você ou assunto que está em alta.
- HISTÓRIAS - Conte uma história que você fez parte. Pode ser comédia, drama, terror, qualquer estilo. A cereja no bolo é se no final tiver uma lição valiosa para a audiência.
- ANTES / DEPOIS - Mostre para a sua audiência o "antes e depois" do seu projeto; do uso de um produto; das aulas; etc.
- MAKING OF - Faça um “Making Of” mostrando os bastidores da sua produção, trabalho, evento, etc.
- TEXTÃO - Faça um texto bem completo e aprofundado sobre determinado assunto. Pode ser sua opinião, um passo a passo, uma resenha, etc.
- STREAMING - Faça uma transmissão ao vivo. Mostrando algo, conversando com alguém, reagindo a um vídeo, abrindo um presente, etc.
- ESTUDO DE CASO - Mostre algum estudo de caso. Pode ser um cliente que comprou o produto e gostou, uma experiência interessante em algum lugar (uma loja nova, uma viagem), um acontecimento que explica uma teoria, etc.
- F.A.Q. - Fale dos tópicos que você mais recebe perguntas. Responda a dúvidas aleatórias.
- OBJEÇÃO - O produto tem algum ponto negativo ou que faz os clientes torcer o nariz, fale sobre ele. Fale sobre algum ponto que os seus seguidores discordam de você.
- DICA RÁPIDA - Compartilhe com o seu público uma dica simples e rápida que você entenda ter valor.
- TUTORIAL - Crie um passo a passo de algo que você domina. Pode ser um prato culinário, um software, uma música, ou qualquer outra coisa.
- WEBINAR - Faça uma palestra online, ou chame um convidado para fazer, de algum assunto para tirar dúvidas (tema que tem a ver com o seu nicho).
- TESTES - Faça perguntas para saber se a sua audiência sabe a resposta correta.
Ideias de Post Para Instagram
- CARROSSEL - Vale muito a pena o carrossel! 01- Monte um com estatísticas de algum assunto. 02- 7 coisas para (um assunto de interesse do seu nicho). 03-Storytelling (conte uma pequena história). 04- Quadrinhos (escolha uma tirinha no formato de jornal - ou seja, curta - recorte os quadros e poste).
- REELS - Esse é o principal! 01- Curiosidades (o famoso "você sabia?", algo que tem a ver com o seu nicho). 02- Sequência de fotos (as faladas trends - já baixou o app CapCut?). 03- Reacts (sabe aquela tela dividida, de um lado coloque um video, de outro simplesmente mostre a sua reação). 04- Mensagem (passe uma mensagem positiva para a audiência).
- STORY - A dica que vou dar aqui vai soar estranha, mas, coloque fotos. Antigamente você colocava no mural, mas, agora aqui é o melhor lugar. E de preferência enfeite bastante: filtro, música de fundo, figurinhas, frases, e por aí vai! 02- Sequência contanto algo, ou mostrando um evento/produto/serviço.
Então, gostou das dicas? Quero lembrar e deixar claro que a máxima do marketing de conteúdo deve ser respeitada: conheça o seu público e produza conteúdo de qualidade (pertinente a ele e que agregará valor). Nada de embromação, ou só ir postando, planeje e execute!
Pera aí! Você realmente quer ideias e estratégias que vão fazer suas redes sociais explodirem?
Essa talvez vai ser a melhor dica que alguém já lhe deu, clica no banner abaixo, e se tiver alguma dúvida me chama. Esse é o curso com melhor custo/benefício, estratégias de social media completas e que funcionam mesmo! Pode não parecer, mas, é um curso muito técnico e preciso - vai no curso que é sucesso (muitas estratégias ensinadas são as que uso com meus clientes e dão resultados).
Marketing Digital em Tempos de (Pós) Pandemia
-atualizado-
A pandemia do Coronavirus trouxe uma grande crise mundial, tanto na área da saúde como econômica. Essa é uma realidade triste que já afeta a todos nós, quer queiramos ou não.
Além daqueles que estão doentes, a rotina da maioria dos brasileiros mudou devido a quarentena. Ficamos consternados, sabendo que muitas famílias estão sofrendo ao redor do mundo, e tantos outros acabaram ficando sem ter onde tirar o sustento para o pão de cada dia. Uma lástima!
Contudo, como dizem, em toda crise há também oportunidades. Por mais paradoxal que seja, não é diferente nos dias atuais. O momento exige criatividade, portanto reinvente-se, recrie-se! E uma forma de seu negócio não sucumbir em meio a essa quarentena gerada pela pandemia é através do marketing digital. As empresas que investiram antes, agora estão obtendo um novo fôlego para atravessar a crise; porém aquelas que ainda não investiram, esse é também um excelente momento para começarem.
Com as pessoas dentro de suas casas, em quarentena, o número de acessos e negócios online tem aumentado bastante em todo o mundo. A Amazon, por exemplo, anunciou uma grande contratação para conseguir atender a demanda. A internet tornou-se uma aliada dos comerciantes e consumidores. O comércio digital representava apenas 5% do faturamento do varejo no país, já em 2021 essa taxa chegou a 11,6% - dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).
Seja para uma renda extra, ou para turbinar o seu negócio, invista no marketing digital! Certamente você colherá bons frutos. As pessoas estão fazendo negócios online e você também pode. E para não errar na hora de investir, conte com quem já tem experiência no ramo. Como consultor de marketing tenho atendido clientes que estão migrando suas empresas para serem híbridas e outros montando o próprio negócio totalmente de forma digital. Os clientes que contratam a consultoria, geralmente já iniciaram um projeto e sentiram alguma dificuldade. Então, procuram ajuda de um especialista.
Atualmente estamos num momento de amadurecimento do marketing digital e de muita concorrência. No período de lockdown no auge da pandemia, os negócios online explodiram, houve um grande aumento. Muitos nichos ainda estavam vivenciando um "oceano azul" com poucos players, o que favoreceu os novatos. A tendência para os próximos anos é de um ambiente bem concorrido, ou seja, a necessidade do profissionalismo e excelência para diferenciação do negócio aumentam bastante. Entretanto, isso não quer dizer que o mercado digital está saturado, pelo contrário, ainda há muito o que crescer.
Caso você queira montar um negócio online ou já tenha um e está encontrando dificuldades, sugiro que se inscreva na newsletter, entre para o grupo VIP que sempre tem dicas e novidades. Contudo, se deseja um estudo mais sistemático, pra quem está começando no digital, geralmente recomendo o FNO, um curso bem completo e fácil de acompanhar. Clica nesse Link e confira! Qualquer dúvida, você pode me procurar. Vamos juntos nessa caminhada!
Utilizando o WhatsApp Marketing
Dicas Profissionais Testadas em Campanhas de Sucesso
Antes de mais nada quero garantir que o que você lerá em seguida será um conteúdo prático, e com experiências comprovadas (nada de embromação ou coisas apenas teóricas). Então, que você usa o WhatsApp já sabemos (mais de 96% dos usuários de smartphones utilizam esse aplicativo), mas, será que você tem aproveitado suas potencialidades nos negócios? Abaixo algumas dicas para usar com eficiência o WhatsApp Marketing. Então vamos lá!
VOCÊ SABE MESMO O QUE É O WHATSAPP?
Dependendo do uso que você dá ao aplicativo, ele pode ter uma função distinta. Independente de qual versão do aplicativo você vai usar (se é a normal ou a business), para o mundo dos negócios ele torna-se um Canal de Atendimento Ao Cliente. Preste atenção porque nisso consiste o maior segredo do uso do WhatsApp Marketing, encare-o como uma ferramenta profissional de atendimento ao cliente. Fazendo isso, você utilizará o aplicativo com mais eficiência em seus negócios,
Essa dica de ouro traz algumas implicações muito sérias. A primeira delas é que, obviamente, você deve prestar um atendimento de qualidade aos seus clientes. Isso pode parecer algo muito elementar, mas, algumas campanhas de WhatsApp Marketing que fizemos não tiveram o resultado pretendido, porque houve uma falha no atendimento. O que queremos dizer é que, você deve estar consciente de que o sucesso das vendas, ou fechamento de novos negócios, depende muito mais do atendimento que será prestado durante e após as ações no WhatsApp. Dessa forma, o WhatsApp Marketing feito corretamente irá trazer o cliente até você, mas, o que fazer quando o cliente chega, já tem a ver com o atendimento.
(⌐■_■) No final tem uma DICA pra quem quer chegar no nível Pró!!
ONDE ESTÁ O CLIENTE?
A segunda coisa importantíssima no uso do WhatsApp Marketing é a organização da base de dados. Os dados dos seus clientes e contatos estão devidamente organizados na agenda do seu celular? Caso você utilize uma plataforma, já organizou os dados lá também?
Uma das questões que envolve o WhatsApp Marketing é que muitos empresários querem usar o aplicativo para mandar mensagens a desconhecidos, ou a uma lista comprada, ou seja, o famoso spam. Pode parecer maravilhosa e atrativa a ideia de mandar a sua mensagem para todas as pessoas que utilizam o aplicativo na sua região – e isso é possível – mas, atenção! Essa pode ser a pior coisa que você fará com o WhatsApp. Por dois motivos principais – primeiro, é contra as regras do WhatsApp; e a empresa irá puni-lo com um grande banimento ou até exclusão permanente da sua conta. Em segundo lugar, ao invés de atrair as pessoas para o seu negócio, essa péssima ideia terá justamente o efeito oposto.
Então, como atrair novos clientes para o meu WhatsApp? Uma boa forma para atrair novos leads é a gestão do marketing digital com esse foco. Entretanto, o importante é que você saiba organizar e categorizar satisfatoriamente os seus contatos atuais, assim, os novos que chegarem já serão inseridos de forma correta. E utilize a opção listas de transmissão dentro do WhatsApp (esse é o famoso “pulo do gato”).
PLANEJE O QUE VOCÊ VAI ENVIAR NO WHATSAPP
Pode parecer algo complicado, mas, não é tanto assim. Quanto mais você conseguir planejar as suas ações, melhores resultados você terá pelo WhatsApp. A questão é simplesmente a seguinte: se você mandar todos os dias a mesma coisa, de manhã a tarde e à noite, para os seus contatos, possivelmente, em pouco tempo eles começarão a lhe bloquear. Ficar mandando apenas “bom-dia!” também não é algo muito atrativo.
ENVIE CONTEÚDO BEM-FEITO E RELEVANTE
FIQUE ATENTO PARA INTERAGIR
O grande momento chegou, você disparou aquela mensagem bonitona para mais de cinquenta listas de transmissão. E agora? O normal é que as pessoas comecem a interagir. Elas responderão com comentários, perguntas e assuntos diversos. Em alguns casos, aquela mensagem serviu apenas para lembrar o cliente que você existe e ele responderá perguntando algo que não tem nada a ver com o que você enviou. Tudo bem! Responda com clareza e atenção. Em alguns casos o volume de respostas aos envios é gigantesco. Nessas campanhas com muita interação, aconselhamos duas pessoas ficarem respondendo aos contatos. Uma abre o aplicativo no computador e outra fica no celular.
Essa etapa é muito importante, pois, você pode perder um cliente por não responder a tempo. Vamos supor que você me envia um anúncio de um produto novo que chegou em seu estoque. E é justamente o que eu estava procurando. Então, respondo ao seu envio perguntando se tem a possibilidade da compra ser efetuada pelo cartão de crédito. Só que não recebo resposta nenhuma. Nesse momento, vou a outra loja atrás do produto, e compro ele. Dois dias depois você me responde que sim, só que aí já é tarde. O cliente não pode ficar “no vácuo”, ou seja, sem resposta. Lembra da questão do Canal de Atendimento? O cliente deve ser atendido, e se preciso for, até ligue afim de sanar a dúvida dele.
E se ninguém interagir? Não entre em pânico, isso pode acontecer também. O bom do WhatsApp é que pelo menosVeja essa matéria sobre as funcionalidades do WhatsApp - e tem atualizações a caminho.
TEM MAIS?
Há muito mais a ser dito sobre o WhatsApp marketing. Caso você realmente queira levar a sério o uso do WhatsApp nos negócios, aconselho utilizá-lo em conjunto com outras ferramentas do marketing digital. Clique nesse link de um curso que vai trazer excelentes estratégias para o uso do WhatsApp em seu negócio. Tipo, quer ter uma lista de contatos relevantes que estão dispostos a comprar? Lá tem estratégias para isso. Quer saber como alcançar mais pessoas pelo app? Tem também. Quer exemplos de textos e como planejar as ações? Ah! Vai lá e confere! Caso se arrependa, me fala.
Entenda a Blogosfera
Blogosfera, o que eu tenho a ver com isso?
- atualizado -
Você provavelmente já leu um blog, assistiu a um vlog, ouviu um podcast ou encontrou uma resposta para alguma dúvida em um site enquanto fazia uma busca na internet.
Talvez nem tenha percebido, mas, em todos esses casos, você estava interagindo com a chamada blogosfera — ou, de uma forma mais ampla, com o enorme universo de pessoas e organizações que produzem conteúdo para a internet.
E esse universo ficou muito maior desde que os primeiros blogs surgiram.
Em 2025, 90,5% dos brasileiros com 10 anos ou mais utilizaram a internet, segundo o IBGE. No mundo do conteúdo digital, a escala também impressiona. O WordPress.com registra cerca de 70 milhões de novos posts publicados todos os meses apenas em sua plataforma. No YouTube, mais de 500 horas de vídeo são enviadas a cada minuto.
É muita coisa!
Mas, afinal, o que você tem a ver com isso?
Talvez mais do que imagine.
Afinal, o que é a blogosfera?
Vamos começar pelo começo.
O termo weblog surgiu em 1997, quando Jorn Barger o utilizou para descrever uma espécie de registro do que encontrava e acompanhava na internet. Pouco depois, em 1999, a palavra blog ganhou a forma curta que conhecemos hoje.
Os primeiros blogs eram muito diferentes dos atuais. Muitos funcionavam quase como diários pessoais ou coleções de links. Publicar na internet também exigia conhecimentos técnicos que hoje não são mais necessários.
Com o surgimento de plataformas que simplificaram a publicação, qualquer pessoa passou a poder criar seu próprio espaço na web.
E foi assim que os blogs deixaram de ser apenas diários virtuais.
Passaram a ser espaços para compartilhar conhecimento, opiniões, experiências, notícias, tutoriais, receitas, histórias, estudos e praticamente qualquer assunto que pudesse interessar a alguém.
Foi aí que surgiu também a ideia de blogosfera: o universo formado pelos blogs, seus autores, leitores, conteúdos e pelas relações que se estabelecem entre eles.
E ela não ficou restrita ao texto.
Blogs, vlogs e o universo do conteúdo
Quando o vídeo ganhou força na internet, surgiu uma extensão natural desse conceito: o vlog, uma espécie de blog em formato audiovisual.
O primeiro vídeo blog é geralmente atribuído a Adam Kontras, que publicou seu primeiro registro em 2 de janeiro de 2000.
Poucos anos depois, o YouTube ajudaria a transformar o vídeo em uma das principais formas de comunicação da internet.
Hoje, porém, o universo de conteúdo é ainda mais amplo.
Temos blogs, canais no YouTube, podcasts, newsletters, comunidades, redes sociais e diversos outros formatos. Um mesmo criador pode publicar um artigo, transformá-lo em vídeo, discutir o assunto em um podcast e ainda produzir pequenos conteúdos para as redes sociais.
Os formatos mudaram.
A essência continua sendo a mesma: alguém tem algo a dizer e encontra uma maneira de compartilhar isso com outras pessoas.
E talvez seja justamente aí que esteja a parte mais interessante dessa história.
Por que ter um blog?
Se hoje existem redes sociais, vídeos curtos, podcasts e tantas outras possibilidades, por que alguém ainda deveria criar um blog?
Porque existe uma diferença importante entre estar na internet e ter um espaço na internet.
Nas redes sociais, você publica dentro de uma plataforma que pertence a outra empresa. Existem regras, algoritmos, formatos e mudanças que você não controla.
Um blog é diferente.
Ele pode funcionar como sua própria casa digital.
Você decide o que publicar, como organizar seus conteúdos e quais assuntos quer desenvolver. Ao longo do tempo, esses conteúdos podem formar uma espécie de biblioteca pública sobre aquilo que você sabe, pensa ou faz.
E isso pode ser muito valioso.
Para uma empresa, um blog pode ajudar a explicar produtos, responder dúvidas, demonstrar conhecimento e atrair pessoas interessadas em determinado assunto.
Para um profissional, pode ajudar a construir autoridade e mostrar experiência.
Para um professor, pode ser um espaço para compartilhar conhecimento.
Para alguém que está estudando, pode funcionar como um registro da própria jornada.
E para quem simplesmente gosta de escrever?
Pode ser uma excelente maneira de colocar suas ideias no mundo.
Não é necessário ter uma grande empresa, milhares de seguidores ou uma equipe de comunicação.
Às vezes, basta ter algo que você sabe e que outra pessoa gostaria de aprender.
Mas a blogosfera não está saturada?
Está. E não está.
Parece contraditório, mas não é.
Existe uma quantidade gigantesca de conteúdo sendo publicada todos os dias. No YouTube, por exemplo, são mais de 500 horas de vídeo enviadas a cada minuto.
Portanto, não faz sentido começar um blog imaginando que publicar alguns textos automaticamente fará milhares de pessoas aparecerem.
Produzir conteúdo exige consistência, qualidade, divulgação e, principalmente, compreensão de quem você quer alcançar.
Mas existe uma coisa que mudou bastante nessa disputa.
Você não precisa mais tentar falar com todo mundo.
Precisa ser encontrado pelas pessoas certas.
Um artigo bem produzido pode continuar sendo encontrado meses ou até anos depois de publicado. Uma resposta útil pode chegar a alguém justamente no momento em que essa pessoa está procurando por ela.
É aí que um blog se torna mais do que um lugar para publicar textos.
Ele pode se transformar em um ativo de comunicação.
E a inteligência artificial entrou nessa história
É impossível falar sobre produção de conteúdo hoje sem mencionar a inteligência artificial.
Ferramentas de IA podem ajudar quem deseja começar um blog a encontrar ideias, organizar pautas, estruturar textos, revisar conteúdos, pesquisar informações e até criar imagens.
Isso é uma ótima notícia!
A tecnologia reduziu ainda mais a barreira para quem quer começar a produzir.
Mas existe uma diferença importante entre usar inteligência artificial para produzir melhor e simplesmente deixar a inteligência artificial produzir por você.
Um bom conteúdo ainda precisa ter propósito, conhecimento, experiência e responsabilidade.
A IA pode ajudar a organizar uma ideia. Pode acelerar o trabalho. Pode sugerir caminhos que você não havia considerado. Mas é a pessoa que precisa decidir o que realmente faz sentido dizer.
Eu mesmo gosto de escrever sobre minha experiência e descobertas. Após o rascunho pronto, converso com a IA sobre o texto. A conversa sempre me ajuda a ver pontos a serem melhorados, pesquisar algo e até encontrar sugestões para uma melhor fluidez na escrita. Note que a minha intenção com a IA é tornar o texto mais compreensível e pertinente.
Afinal, ninguém acompanha um blog apenas porque um texto foi produzido rapidamente. As pessoas voltam quando encontram informação útil, uma visão interessante ou uma voz na qual confiam.
Esse assunto merece uma conversa muito mais detalhada — e certamente voltaremos a ele por aqui.
Dá para ganhar dinheiro com um blog?
Sim.
Mas talvez essa não seja a melhor pergunta para fazer quando você está começando.
Blogs e canais de conteúdo podem gerar receita de diversas maneiras: publicidade, produtos, serviços, patrocínios, afiliados, assinaturas e outras formas de monetização.
Mas existe também uma maneira indireta de ganhar dinheiro com conteúdo.
Imagine um profissional que escreve durante anos sobre determinado assunto. Seus textos começam a ser encontrados nas buscas. Pessoas passam a conhecer seu trabalho, acompanhar suas ideias e confiar em sua experiência.
Em algum momento, essas pessoas podem contratar seus serviços.
Nesse caso, o blog não é exatamente o produto. O conteúdo ajudou a construir a confiança que levou ao negócio.
E isso vale para empresas, profissionais autônomos, especialistas, professores e criadores.
Por isso, talvez seja melhor pensar no blog não apenas como uma máquina de ganhar dinheiro, mas como uma ferramenta para construir presença, relacionamento e autoridade.
A monetização pode ser uma consequência.
Então, por onde começar?
- Comece simples.
- Não tente criar o próximo grande portal de conteúdo.
- Não pense primeiro em milhares de visitantes.
- E não espere encontrar o assunto perfeito.
Comece falando sobre aquilo que você conhece, gosta ou está aprendendo.
Que perguntas as pessoas costumam fazer para você?
Sobre o que você poderia conversar durante horas?
Que experiência você teve que poderia ajudar alguém?
Que problema você já resolveu e poderia explicar para outra pessoa?
Essas perguntas podem render muito mais conteúdo do que parece.
Depois, escolha uma plataforma, organize suas ideias e comece a publicar.
Com o tempo, você vai aprender sobre títulos, imagens, SEO, divulgação, métricas, redes sociais e tantas outras coisas que fazem parte desse universo.
Mas nada disso acontece antes de uma coisa muito simples:
publicar o primeiro conteúdo.
A blogosfera ainda faz sentido?
Eu diria que sim.
Talvez a blogosfera de hoje seja muito diferente daquela de quando os primeiros blogs surgiram. Talvez até o próprio termo pareça antigo para algumas pessoas.
Mas a necessidade que deu origem a tudo isso continua existindo.
Pessoas continuam procurando respostas. Continuam querendo aprender. Continuam procurando opiniões, experiências, referências e histórias.
E continuam seguindo pessoas nas quais encontram algum valor.
A tecnologia muda. As plataformas mudam. Os formatos mudam. A inteligência artificial muda a maneira como produzimos.
Mas uma coisa permanece:
sempre haverá espaço para quem tem algo relevante a dizer.
Por isso, se você está pensando em criar um blog, talvez a pergunta não seja mais “será que ainda vale a pena?”.
Talvez seja:
o que eu tenho para compartilhar que pode ser útil para alguém?
Se você encontrar essa resposta, já tem um ótimo motivo para começar. E, quem sabe, daqui a alguns anos você pense: “Ainda bem que decidi começar.”
O Conteúdo dos Anúncios no Marketing Digital
Talvez você já esteja até acostumado, quando vai assistir a um vídeo no Youtube, lá vem um anúncio. Algumas vezes, até vários no mesmo vídeo. A Google fatura alto com isso já tem alguns anos. E você, tem faturado com eles também?
Os anúncios são uma forma legítima de você divulgar seus produtos e/ou serviços na internet. E sim, eles trazem resultados. Mas, sem querer entrar no mérito da questão do planejamento publicitário, às vezes os anúncios dão errado. O famoso ditado “o tiro saiu pela culatra” já aconteceu em alguns casos na história publicitária do Brasil, e na internet não é diferente. Pode ser um erro de perspectiva, timing da propaganda (o momento errado), mensagem abusiva ou enganosa, baixa qualidade da mídia, ou da mensagem. Um caso que marcou a internet foram as propagandas da empresa Empiricus, com a Betina. Aliada à saturação dos anúncios (a campanha deles foi gigante) a mídia teve uma mensagem controversa, o que acabou gerando um desgaste da marca e uma enxurrada de críticas na época. Eles tiveram lucro com a campanha? Talvez em termos de ROI da campanha sim, mas, certamente tiveram um prejuízo no branding.
Além do caso citado, vemos muitos anúncios atualmente de cursos online. A venda de cursos é um negócio que tem gerado interesse de muitos investidores, pois é escalável (permite a venda a diversas pessoas simultâneas) e de baixo custo. Geralmente, essas empresas recorrem a métodos de marketing bem agressivos para atrair os clientes/consumidores, gastando volumosas quantias em anúncios. Alguma vez já se deparou com algum anúncio sobre como ganhar mais dinheiro ou programas de emagrecimento? O que não é um problema em si, caso o produto seja bom, e a mensagem publicitária também.
A venda de cursos online tornou-se a fonte de renda para muitos que perderam seus empregos na pandemia, e empresários que viram o seu negócio falir nessa crise. E sim, existem estratégias para se vender cursos online de baixo custo. Alguns estão até em uma situação melhor hoje, superando a crise.
Então, chegamos à pergunta: existe outra forma para divulgar meus produtos/serviços sem ser através de anúncios? Eis que entra em cena o Marketing de Conteúdo. Que nada mais é do que você (sua empresa) despertar o interesse do seu público-alvo através de conteúdos feitos para eles. Você entrega conteúdo de verdade e não apenas anúncios. Por exemplo, suponhamos você tenha uma loja de móveis. Então, você começa a postar no blog do seu site, dicas de decoração, como aproveitar melhor os espaços, análises dos lançamentos, etc. Quando um internauta fizer uma busca sobre esses temas será atraído para o seu website. E se o conteúdo for realmente bom, ele poderá até divulgá-lo para seus amigos, fazendo que sua visualização seja bem maior.
Ao entregar um conteúdo de qualidade você atrai mais clientes para o seu negócio. Melhor ainda, atrai seguidores, defensores para sua marca. Busque estratégias publicitárias assertivas, mas, sem tentar enganar sua audiência ou ser apelativo. Isso trará mais valor e credibilidade para sua marca, e certamente os lucros virão.
Um dos benefícios do Marketing de Conteúdo é que você passa a ter seguidores, fãs e não apenas possíveis clientes. Claro que essa é uma solução a médio e longo prazo, ao passo que os anúncios são de curto. Mas, você pode aliar as duas estratégias para favorecer o seu negócio. Lembrando que é preciso planejamento, expertise e muito trabalho.
Quer saber mais sobre como fazer anúncios ou sobre o Marketing de Conteúdo? Mande-nos uma mensagem, enviaremos um material para lhe auxiliar. Conte-nos a sua experiência!
Influenciadores Como Mídia
Utilizando Formadores de Opinião Como Estratégia de Marketing Digital
Esse talvez seja um dos temas muito pertinentes dentro do Marketing Digital. Afinal, temos um grande número de blogueiros, youtubers, celebridades e defensores de marcas, bem atuantes no meio digital. Os Influenciadores conseguem aliar o famoso “boca-a-boca” com o peso de relevância e vasta audiência. Vamos entender melhor suas características e como trazê-los para o seu time.
Quem São Os Influenciadores?
Hoje no amistoso da Seleção Brasileira contra a Croácia o atacante Neymar apareceu com um corte de cabelo todo diferentão. Apesar da boa atuação e do belo gol do atleta não é isso que irá influenciar os salões de corte de cabelo amanhã. Provavelmente, muitos adolescentes, das classes C, D e E, irão pedir um corte parecido com o do Neymar amanhã. Isso porque ele é um grande influenciador desse público. Mas, não são apenas as aparições em campo com cortes diferenciados onde ele influencia as pessoas. Em suas redes sociais o atacante traz influência a outro público, no boné que usa, lugares que frequenta e até quando aparece de cueca (sim ele não postou uma foto de cueca agradecendo a CeA à toa). Podemos considerá-lo um formador de opinião, um grande Influenciador no mundo digital.
Na mídia social os formadores de opinião representam um importante grupo de indivíduos para estratégias de marketing. Eles possuem seguidores fiéis, indivíduos dos quais possuem sua própria rede (contatos) e alguns desses podem até ser outros formadores de opinião, que estão conectados a mais seguidores. Ou seja, um público amplo pode estar conectado a um Influenciador. Esse público pode constituir justamente o nicho que você quer alcançar com sua mensagem. Eles podem representar possíveis consumidores ou uma audiência muito valiosa para a sua marca.
Diferentes Tipos, mas Com Características Semelhantes
O Neymar é uma celebridade do esporte mundial. Mas, nem todos os influenciadores são celebridades. Aliás, a maioria não é! Eles pode ser:
Quase Celebridades - pessoas que são extremamente influenciadores em um determinado grupo, mas, não para a população em geral. Por exemplo, um especialista em determinado assunto. Vamos supor que o violonista Turíbio Santos poste em sua rede social que está testando um novo encordoamento para violão e que está gostando muito. Possivelmente ele influenciará muitos violonistas a também testarem a mesma marca, mas, isso fará nenhuma diferença para a maioria da população.
Formadores de Opinião Latentes - São pessoas que estão se tornando influenciadores para um grupo específico ou para o público em geral. Apresentam um grande potencial para se tornarem Quase Celebridades, mas, ainda não chegaram lá. Certamente possuem muitos seguidores, mas, não necessariamente influenciam de forma consistente.
Influenciadores de Um Grupo Específico - Esses tem uma boa rede de seguidores, mas, não está vinculado a um assunto específico. Provavelmente, eles selecionam seus assuntos visando o próprio público que o segue. Ou seja, ele produz conteúdo visando os seus seguidores apenas.
Indivíduos Comuns - Um indivíduo pode ser considerado um formador de opinião ocasional. Sim, dentro da sua própria rede de contatos. Aquele seu amigo que trocou de carro recentemente e que agora defende aquela marca com unhas e dentes, acaba se tornando um influenciador ocasional. Quando você for comprar um carro pode ser que se lembre, “fulano comprou tal marca e gostou”. Esse grupo pode surpreender bastante em seus resultados.
Eles têm algumas características em comum:
Estão dispostos a pagar mais por um produto se acreditarem que ele possua uma melhor qualidade.
Gostam de experimentar lançamentos.
Querem contar aos outros sobre os novos produtos que eles gostaram.
Amigos e familiares recorrem a eles com frequência para pedirem conselhos sobre produtos e serviços.
Buscam muito mais fontes de informação.
Possuem uma ampla rede social.
Adoram conversar.
São altamente persuasivos.
Eles abrangem praticamente todos os segmentos demográficos, políticos, geográficos, de gênero e de renda. Ou seja, estão em toda a parte.
Como Posso Obter Resultados Através dos Influenciadores?
Apesar do grande alcance que um influenciador possui, isso não é garantia de que você obterá resultados positivos. Algumas questões muito importantes devem ser lembradas para um melhor ROI com influenciadores.
A primeira delas é que, se encarados como mídia, eles devem estar inseridos em um planejamento maior de marketing digital. Ou seja, deve fazer parte de uma estratégia dentro de um corpo maior de estratégias na comunicação do seu produto ou serviço. Dessa forma, você deve ter bem claro o público-alvo que quer alcançar, o que exatamente você deseja desse influenciador para esse público, e como poderá fazer uma medição dos resultados. Pois, tudo pode ser muito subjetivo.
Outra questão importante está na escolha do influenciador certo. Isso pode afetar totalmente a campanha e objetivos de marketing em si. É preciso escolher bem, e existe uma forma correta para se fazer essa avaliação. Sempre é bom lembrar que, excelentes mensagens valiosas para a marca podem ser enviadas por qualquer um, mas se a fonte não possuir credibilidade e não tiver uma boa reputação, o valor da mensagem será diminuído. Assim, é preciso analisar o alcance, a frequência e qualidade das mensagens daquele formador de opinião.
Por último, dependendo de qual influenciador escolher, qual a melhor abordagem para ele. Em determinados casos, tudo pode fazer parte de uma negociação, dependendo do influenciador, isso nem deve ser cogitado. Um exemplo é o caso da Audi. Em fevereiro de 2009, Guy Kawasaki, um dos gurus na área de tecnologia, recebeu um Audi R8 por uma semana. Por causa do seu status de formador de opinião e suas inúmeras conexões, era quase certo que colocaria algo em seu blog após completar o test drive. E ele fez exatamente isso em um post intitulado “Audi-like my belly button? Life with four kids anda an AudiR8.” O post contava com fotos e relatos, que levou a uma grande audiência positiva. Contudo, o sr. Kawasaki dificilmente falaria bem do produto se realmente não tivesse gostado da experiência. Na verdade, a Audi correu o risco até dele falar mal do produto, caso não gostasse, devido a sua própria personalidade.
Identificar quanto vale aquele influenciador é algo bem difícil. Alguns podem ser espontâneos, outros podem custar caro. Dessa forma, quanto melhor a escolha, um melhor custo/benefício será obtido.
E agora?
Portanto, os influenciadores podem ser uma ajuda importante na divulgação da sua marca ou produto. Certamente divulgarão a um público, com um toque pessoal, agregando à sua marca a própria reputação deles. Contudo, isso deve fazer parte de um planejamento estratégico de marketing como um todo. Especialmente, é indicado construir um programa para os formadores de opinião dentro do planejamento maior. São estratégias de sucesso junto aos formadores de opinião (para captação e recrutamento) com as métricas apropriadas. Em outros casos, a estratégia é justamente fazer de você um Influenciador dentro do seu segmento.
Em nossa experiência de trabalho com Influenciadores já vimos casos de muito sucesso e outros fracassados. Muitas empresas têm sido inclusive assediadas por formadores de opnião pedindo produtos ou serviços de graça para falar sobre eles. Geralmente, nesse caso, o retorno não é dos melhores, tendo em vista que não está dentro de uma estratégia mais robusta de marketing.




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